Caça às bruxas na SETUR: Esmênia manda exonerar servidores após vexame do “edital escravo”

Prefeita de São Luís, Esmênia Miranda

Após a repercussão negativa do edital que convocava artistas para se apresentarem gratuitamente no Mirante da Cidade, o secretário de Turismo, Saulo Santos, reagiu promovendo mudanças internas na pasta.

Na noite desta quarta-feira (13), com o aval da prefeita Esmênia Miranda, quatro servidores foram exonerados da Secretaria de Turismo. Segundo fontes internas, os desligamentos atingiram técnicos remanescentes da gestão do ex-prefeito Eduardo Braide.

A crise teve início no começo da semana, quando a SETUR publicou um edital para apresentações musicais no Mirante da Cidade contendo uma cláusula que previa remuneração zero aos artistas. O documento, assinado por Saulo Santos, classificava as apresentações como “voluntárias”, sob a justificativa de “valorização da cultura local”.

A reação da classe artística e da sociedade civil foi imediata. Nas redes sociais, o projeto passou a ser chamado de “Edital do Trabalho Escravo”, gerando forte desgaste político para a gestão da prefeita Esmênia Miranda e ampliando as críticas sobre o tratamento dado aos profissionais da cultura.

Em vez de assumir a responsabilidade pela falha e pela carência orçamentária da pasta, a cúpula da Secretaria de Turismo preferiu a via da retaliação, transferindo o ônus de sua própria ineficiência para servidores subalternos.

O saldo real da era Braide: transporte falido, saúde precária e a cidade sob as águas

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Por trás de cada “story” bem editado, com trilha sonora motivacional e cortes rápidos de drones, existe uma São Luís que não cabe no feed. A capital maranhense, sob a égide de Eduardo Braide, viveu um fenômeno curioso de física política: a matéria se transformava conforme a tela que a exibia. Se no Instagram as escolas reluziam com tintas frescas, no mundo real o teto desabava sobre o futuro dos alunos. Se no vídeo o asfalto das avenidas principais parecia um tapete, nos bairros de periferia o cidadão ainda aprende a nadar para chegar em casa.

Eduardo Braide não foi apenas um prefeito; foi um influencer sentado na cadeira do Executivo. Sua gestão foi o triunfo da maquiagem sobre a manutenção, do paliativo sobre o estrutural.

O colapso do transporte público é, talvez, o monumento mais honesto dessa herança. Enquanto a prefeitura despejava 18 milhões de reais em poucos dias para a “solução” improvisada de carros de aplicativo durante as greves, o sistema de ônibus definhava em sucata e contratos rompidos judicialmente. O passageiro de São Luís, que espera horas em paradas desabrigadas, sabe que o subsídio não resolve a dignidade de quem depende de um consórcio que faliu aos olhos do poder público.

Na saúde, o roteiro se repetiu. A reforma do Socorrão, celebrada com fogos digitais, sucumbiu à primeira chuva forte. O alagamento interno da unidade foi o batismo da realidade sobre a propaganda: de nada vale a fachada nova se o corredor continua sendo o leito final de quem não encontra insumos ou atendimento.

E o que dizer de quem garante a ordem? A Guarda Municipal, hoje, é o retrato da precarização. Servidores desarmados em zonas de risco, viaturas sem sirenes e o fantasma da retaliação pairando sobre quem ousa denunciar perdas salariais. Braide tratou a segurança como um figurante de luxo em seus vídeos, mas deixou para trás uma tropa que clama por estrutura básica para não virar estatística.

Agora, o ex-prefeito mira o Palácio dos Leões. A estratégia é clara: levar o “modelo São Luís” para todo o Maranhão. O perigo, contudo, é que um estado não se governa com filtros de embelezamento. Problemas de drenagem, que engolem milhões em obras invisíveis na primeira tempestade, não são resolvidos com edição de vídeo. Direitos de professores não se pagam com curtidas.

O brilho da tela apagou e o que sobrou foi o buraco no bairro, o ônibus que não vem e o teto que caiu. Eduardo Braide deixou a prefeitura com o saldo de quem soube vender uma cidade que só existia na nuvem.

Para o Maranhão, fica o alerta: o espetáculo pode até ser bonito, mas quando as luzes se apagam e o filtro sai, a realidade costuma cobrar um preço alto demais.

Jota Pinto cobra criação da Secretaria da Mulher em São Luís e critica falta de ações da Prefeitura

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O deputado estadual Jota Pinto utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão para demonstrar preocupação com o aumento dos casos de violência contra a mulher no estado e defender a criação da Secretaria da Mulher no município de São Luís.

Durante o discurso, o parlamentar destacou que os casos de violência física, psicológica e política contra mulheres têm crescido diariamente no Maranhão. Jota Pinto também parabenizou o governador Carlos Brandão pelo apoio oferecido à jovem Samara, vítima de violência que ganhou repercussão nacional.

O deputado afirmou que, apesar do suporte oferecido pelo Governo do Estado, São Luís ainda precisa de uma estrutura municipal mais forte para acolher mulheres vítimas de violência. Segundo ele, atualmente existe apenas uma coordenadoria, o que considera insuficiente diante da demanda.

Jota Pinto também relembrou que, em 2023, foi sancionada uma lei de autoria da vereadora Concita Pinto criando uma Casa de Acolhimento para Mulheres Vítimas de Violência em São Luís, mas afirmou que a medida ainda não foi colocada em prática.

Na tribuna, o parlamentar fez um apelo à prefeita de São Luís, Esmênia, para que implante a Secretaria da Mulher no município como forma de ampliar o apoio psicológico, jurídico e social às vítimas de violência.

Segundo o deputado, o pedido já vinha sendo defendido por vereadoras da capital, entre elas Thay Evangelista e Concita Pinto.

Prefeitura de São Luís lança edital sem cachê e exige que artistas paguem para trabalhar

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A Secretaria Municipal de Turismo de São Luís, comandada por Saulo Santos, lançou um edital para a seleção de apresentações musicais no Mirante da Cidade, localizado no Centro Histórico, com uma proposta que gerou imediata controvérsia: a ausência total de cachê para os artistas selecionados.

O documento estabelece que as apresentações, previstas para ocorrerem quinzenalmente às quintas-feiras entre junho e dezembro, serão realizadas em regime voluntário. Além de não oferecer remuneração, a Prefeitura de São Luís,  chefiada pela prefeita Esmênia Miranda, transfere aos músicos toda a responsabilidade logística e técnica, exigindo que eles providenciem por conta própria o transporte, a montagem e os equipamentos de som e luz necessários para o show.

O edital justifica a medida afirmando que a iniciativa visa fortalecer a economia criativa e oferecer visibilidade aos projetos autorais e independentes da ilha.

Essa estrutura de edital, no entanto, mascara a precarização do trabalho artístico com um verniz de “oportunidade” que beira o cinismo institucional. Ao vender a ideia de visibilidade como moeda de troca, o poder público ignora que o artista é um trabalhador como qualquer outro, com custos fixos e necessidades de subsistência.

A gestão municipal utiliza o discurso de fomento à cultura para atrair turistas e movimentar um espaço público, mas se recusa a investir o recurso básico que sustenta essa mesma cultura. Na verdade, ao exigir que o músico arque com os custos de infraestrutura, a prefeitura não está apenas deixando de pagar, ela está induzindo o artista a pagar para trabalhar, subvertendo completamente o conceito de política pública de incentivo.

Leia a íntegra do edital 

São Luís sem filtro: temporal transforma ruas em ‘piscinões’ apesar de milhões gastos em obras

Imagem gerada pelo Blog do Minard

Após a forte chuva registrada na quarta-feira (29), diversos pontos de São Luís ficaram completamente alagados, transformando ruas e avenidas em verdadeiros “piscinões”. Nas redes sociais, moradores compartilharam vídeos e fotos da situação com muito humor, usando memes e comentários irônicos para retratar os transtornos enfrentados durante o temporal.

Em alguns bairros, motoristas tiveram dificuldades para atravessar vias tomadas pela água, enquanto pedestres precisaram improvisar rotas para conseguir seguir caminho. Internautas chegaram a comparar algumas ruas da capital maranhense a “parques aquáticos”, em uma tentativa bem-humorada de lidar com os problemas causados pela chuva.

Apesar das brincadeiras, a situação reacende um debate importante sobre a infraestrutura de drenagem da cidade. Durante a gestão do prefeito Eduardo Braide, diversas obras milionárias de drenagem foram anunciadas e executadas com a promessa de reduzir os alagamentos em áreas críticas da capital. No entanto, episódios como o registrado nesta semana levantam questionamentos da população sobre a efetividade dessas intervenções.

Moradores cobram soluções mais eficientes para evitar que cenas de alagamentos continuem se repetindo a cada período chuvoso.

Enquanto os memes seguem circulando nas redes sociais, a população espera que medidas concretas sejam adotadas para que São Luís deixe de enfrentar, ano após ano, os mesmos problemas causados pelas fortes chuvas.

Idosa denuncia descaso na Cemarc de São Luís e expõe sofrimento enfrentado por usuários do SUS

A Cemarc de São Luís continua a ser o cenário de um roteiro de humilhação para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente para a população idosa.

Imagem gerada prlo Blog do Minard

Uma idosa procurou o Blog do Minard para denunciar mais uma situação de descaso vivida por quem depende da Central de Marcação de Consultas, Exames e Cirurgias (Cemarc) da Alemanha, gerenciada pela Secretaria Municipal de Saúde de São Luís.

Segundo o relato, a idosa saiu de casa por volta das 5h30 da manhã, precisando pagar um carro por aplicativo para conseguir chegar à unidade às 6h. Ao chegar ao local, ela conseguiu pegar uma senha e era a décima pessoa da fila para a marcação de exames laboratoriais. No entanto, quando finalmente foi chamada para o atendimento, uma funcionária identificada como Assunção informou que não havia mais vagas disponíveis para a realização da marcação dos exames.

A situação revoltou a idosa, principalmente porque, no dia anterior, ela havia procurado informações na própria Cemarc e foi orientada a retornar cedo, pela manhã, porque os exames laboratoriais seriam marcados naquele horário. Seguindo exatamente a orientação recebida, ela enfrentou a madrugada, gastos com transporte e horas de espera apenas para ouvir que não existiam mais vagas.

O caso expõe um problema antigo e recorrente enfrentado pela população de São Luís, especialmente pelos idosos, que representam grande parte do público que procura diariamente a Cemarc.

É inadmissível que pessoas idosas precisem sair de casa ainda de madrugada — muitas vezes sem segurança, enfrentando  cansaço e longas filas — para tentar garantir um direito básico à saúde. Há relatos frequentes de pessoas que chegam ainda durante a madrugada e até dormem nas filas na tentativa de conseguir atendimento

A reportagem do blog entrou em contato com a Secretaria de Comunicação para questionar quantas vagas estão sendo disponibilizadas diariamente para a realização de exames laboratoriais e como uma unidade pública de marcação não consegue atender sequer dez pacientes por dia em um serviço considerado essencial. No entanto, até o fechamento desta matéria, não houve retorno da pasta.

Mesmo que existissem apenas dez senhas disponíveis, isso já seria insuficiente diante da enorme demanda da população. O cenário demonstra desorganização, falta de planejamento e, principalmente, ausência de sensibilidade com os usuários do SUS.

O atendimento de saúde pública precisa ser humanizado. A Secretaria Municipal de Saúde deveria oferecer mecanismos mais dignos e eficientes para garantir acesso aos exames e consultas, especialmente para idosos, que já enfrentam limitações físicas e dificuldades de locomoção.

O problema da saúde pública em São Luís não é recente. Ele atravessa gestões e continua afetando diretamente a população mais vulnerável. Mesmo após deixar o cargo para disputar o Governo do Estado, Eduardo Braide deixou pendências graves na área da saúde da capital..

A população não pode continuar sendo submetida a esse tipo de humilhação para conseguir acesso a exames e atendimentos básicos. O caso de Maria de Fátima representa a realidade de muitos outros cidadãos que diariamente enfrentam filas, desinformação e a precariedade do sistema público de saúde em São Luís.

Justiça cobra ação da Prefeitura de São Luís em área abandonada no Recanto Vinhais

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A Justiça determinou  ao Município de São Luís garantir a infraestrutura necessária à construção de muro e calçada do imóvel ou outra medida adequada, nas Ruas Via Láctea e Rua A, no bairro Recanto Vinhais, em São Luís, pela empresa Monterrey Construções e Incorporações, conforme as normas de urbanismo.

A obrigação deve ser cumprida em 180 dias, a contar do recebimento da sentença, conforme a Lei Municipal nº 4.590/2006 e a Lei Municipal nº 6.292/2017, com o auxílio das ABNT NBR 9050 e 16537.

O juiz Douglas de Melo Martins (Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís), é o autor da decisão judicial que constatou, no julgamento da ação, a ausência de solução concreta do problema e a omissão administrativa municipal na execução da política urbana.

CUMPRIMENTO DAS MEDIDAS

Na sentença, o juiz afirmou que o Município de São Luís, embora sustente ter adotado providências como notificações e aplicação de multas à Monterrey Construções e Incorporações, não conseguiu demonstrar o cumprimento dessas medidas.

Segundo informações do processo, a empresa é proprietária de um imóvel localizado entre a Rua Via Láctea e a Rua A, no Bairro Recanto Vinhais, sem função social, e uso especulativo e com desrespeito às normas urbanas.

Essa situação teria contribuído para o descarte de lixo e estímulo à criminalidade, com a conivência e omissão do Município de São Luís. A comunidade local, por meio de um abaixo-assinado com 130 assinaturas denunciou o caso à Justiça.

GARANTIA DE AMBIENTE URBANO ADEQUADO

Na análise da questão, o juiz considerou que a garantia de um ambiente urbano adequado, seguro e saudável é um direito fundamental de toda a coletividade, que impõe deveres tanto aos particulares quanto ao poder público (Município), responsável pela política de desenvolvimento urbano.

Transação judicial realizada entre o Ministério Público e a construtora resultou na obrigação de a empresa construir/reformar o muro e a calçada, mas condicionou a execução da calçada à definição técnica pelo Município de São Luís.

“A omissão do Município na delimitação do greide (medida técnica) e na verificação da infraestrutura necessária é um fator impeditivo para a concretização plena do acordo e, consequentemente, para a regularização urbanística da área, perpetuando o prejuízo à coletividade”, sentenciou o juiz.

“Tá aí o presente deixado por Braide”: feirantes denunciam abandono no Mercado Central

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Feirantes do Mercado Central, em São Luís, denunciaram problemas enfrentados no local após a saída dos trabalhadores devido às obras de reforma realizadas no espaço.

Segundo relatos de comerciantes, a área teria passado a ser ocupada por pessoas em situação de rua, além de registrar episódios envolvendo consumo de drogas e situações consideradas preocupantes para quem trabalha e circula pelo mercado.

De acordo com ele, a expectativa era de que a reforma representasse melhorias para o mercado, mas a realidade é outra.

Justiça derruba contrato da Via SL e manda Prefeitura assumir linhas em São Luís

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Uma decisão da Justiça provocou uma mudança imediata na gestão de parte do transporte coletivo em São Luís. O juiz Douglas de Melo Martins determinou que a Prefeitura de São Luís passe a assumir, diretamente ou por meio de terceiros, a operação das linhas de ônibus do chamado Lote 2, que até então estavam sob responsabilidade do Consórcio Via SL.

A medida inclui também o encerramento imediato do contrato de concessão da empresa, após a constatação de que o serviço foi interrompido e que a concessionária não possui condições financeiras de retomar suas atividades. A decisão veio logo após uma audiência que evidenciou a paralisação total dos trabalhadores da empresa nas primeiras horas do dia.

Segundo informações apresentadas durante a reunião, a empresa não conseguiu manter suas obrigações básicas, incluindo a continuidade do serviço e compromissos financeiros, o que levou à caracterização de descumprimento integral do contrato.

O pedido de intervenção foi feito pelo Ministério Público do Maranhão, que apontou sucessivas falhas na prestação do serviço público. Diante da situação, a Justiça estipulou um prazo de 48 horas para que o município garanta o funcionamento completo das linhas afetadas, tentando evitar impactos ainda maiores na mobilidade urbana da capital.

Para viabilizar a operação emergencial, foi autorizada a utilização de até 30 ônibus pertencentes à empresa VAMOS Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A., que estavam sob posse da antiga concessionária. Como forma de compensação, o município deverá reter um valor mensal por veículo a partir das receitas de transporte público.

A Justiça considerou que houve quebra definitiva do vínculo contratual por responsabilidade exclusiva da empresa, o que justificou a caducidade da concessão. A operação provisória ficará sob coordenação da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes até que seja realizada uma nova licitação para o lote afetado.

A decisão também sugere que os trabalhadores que já atuavam nas linhas sejam priorizados em futuras contratações, como forma de reduzir impactos sociais da crise.

O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Maranhão informou que há pendências relacionadas ao pagamento de reajustes salariais em diferentes companhias, o que pode resultar em novas paralisações.

A decisão judicial tem caráter urgente e prevê sanções em caso de descumprimento, reforçando a tentativa de evitar um colapso no transporte público da capital maranhense.

Furtos e depredação: Mercado Central é mais uma “herança do abandono” deixada por Braide

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O que era para ser um canteiro de obras virou um cenário de saques à luz do dia. Fechado sob promessas de reforma antes da saída de Eduardo Braide da prefeitura, o Mercado Central agora é desmontado por criminosos enquanto a licitação sequer saiu do papel.

A gestão do ex-prefeito Eduardo Braide deixou para São Luís uma marca que vai além das peças publicitárias: a herança do abandono em pontos vitais da economia e do patrimônio histórico. O Mercado Central, fechado há cerca de três meses sob a promessa de uma revitalização completa, tornou-se o exemplo mais recente desse descaso. Sem vigilância e com as obras travadas na burocracia, o prédio está sendo “levado” pedaço por pedaço por criminosos.

Diferente da reforma anunciada, a única movimentação visível no Mercado Central é a de vândalos e saqueadores. Imagens enviadas à TV Mirante mostram pessoas utilizando escadas para remover portões, grades, fiações e até estruturas metálicas do telhado.

Quem trabalha nas proximidades relata que homens entram no local diariamente, quebram partes da estrutura e retiram materiais em caminhões sem qualquer identificação. Tudo isso acontece sem o isolamento de tapumes e sem a presença de placas que indiquem o início real de uma intervenção pública.

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Outro lado: 

*As notas foram enviadas à TV Mirante.

Em nota, a Secretaria Municipal de Inovação, Sustentabilidade e Projetos Especiais (Semispe) se manifestou, informado que o processo do Novo Mercado Central segue em andamento e está na fase licitatória. Já a Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa) comunica que as medidas emergenciais de proteção e segurança do local foram implementadas e que está acompanhando a situação com técnicos no local. 

A Secretaria Municipal de Inovação, Sustentabilidade e Projetos Especiais (Semispe) informou que o processo do Novo Mercado Central segue em andamento e está na fase licitatória.

Já a Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa) comunica que as medidas emergenciais de proteção e segurança do local foram implementadas e que os órgãos de segurança pública foram devidamente acionados. Ressalta, ainda, que não há feirantes no local. É que está acompanhando a situação com técnicos no local.

Por sua vez, a Secretaria Municipal de Segurança com Cidadania (Semusc) informa que reforçará a segurança no local e nas imediações, por meio da Guarda Municipal de São Luís.”