A lealdade de Brandão a Lula apesar dos pesares

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A lealdade política de Carlos Brandão ao presidente Lula deu uma demonstração de força e resiliência nesta terça-feira, 12, em Brasília. Enquanto os bastidores da política fervem com as movimentações para 2026, o governador do Maranhão optou pelo caminho da estabilidade institucional e do compromisso direto com a gestão federal, ignorando ruídos que poderiam estremecer a relação entre o Palácio dos Leões e o Planalto.

Mesmo após o anúncio público de Lula em apoio à pré-candidatura de Felipe Camarão para a sucessão estadual, Brandão não recuou. Pelo contrário, fez questão de estar presente e registrar sua proximidade com o presidente durante o lançamento do programa Brasil Contra o Crime Organizado. O gesto do governador é uma mensagem clara de que sua fidelidade ao projeto nacional e ao próprio Lula não é condicional nem se abala por questões partidárias antecipadas.

A postura de Carlos Brandão chama atenção pela maturidade política. Enquanto Camarão foca no campo das intenções eleitorais e na identidade partidária com o PT, Brandão se mantém como o aliado que entrega resultados e garante a governabilidade no estado. Ao parabenizar o esforço do Governo Federal na segurança pública, o governador maranhense reafirma que o Maranhão segue alinhado às diretrizes de Lula, independentemente de quem o presidente escolha para carregar sua bandeira nas próximas eleições.

Esse posicionamento consolida Brandão como um político de grupo, que prioriza a continuidade das ações administrativas e a parceria com Brasília acima de disputas pessoais. A presença do governador ao lado de Lula, no mesmo dia em que o presidente declarou apoio ao seu concorrente direto, evidencia que, para Brandão, a lealdade e o interesse do Maranhão estão em primeiro plano, mantendo as portas do Planalto abertas e o diálogo em alto nível.

“Vou resolver o Maranhão”, diz Lula a Brandão

Lula e Brandão

No evento de posse do novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães (PT), na terça-feira,14, o governador Carlos Brandão (MDB) falou rapidamente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A conversa rápida ocorreu na antesala em que as autoridades aguardavam pela chegado do presidente da República para dar posse a Guimarães.

Após um cumprimento, Carlos Brandão falou com Lula sobre as eleições no Maranhão. A conversa foi rápida e o que presidente disse somente que vai “resolver o Maranhão” e chamou o presidente nacional do PT, Edinho Silva, para reunir com o governador maranhense na próxima semana.

O encontro (o terceiro, na verdade) deve ocorrer antes que Edinho Silva sente com os membros da comissão provisória do PT no estado. Esta reunião tem data já definida: dia 23 antes do início do encontro de táticas eleitorais do PT nacional.

Mas, apesar da animação dos petistas palacianos com o desenrolar da ida de Brandão a Brasília, a solução que se desenha é de palanque duplo de Lula no estado com o “CNPJ do PT” ficando em casa mesmo com a candidatura própria de Felipe Camarão, vice-governador do estado.

Coluna da Carla Lima

Paraná Pesquisas: Lula tem 41,3% contra 37,8% de Flavio no 1º turno

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Lula aparece à frente de Flávio Bolsonaro em pesquisa para o 1º turno, aponta Paraná Pesquisas.

Um levantamento divulgado nesta segunda-feira (30) pelo instituto Paraná Pesquisas indica o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança das intenções de voto para a Presidência da República no primeiro turno. Segundo os dados, Lula soma 41,3%, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 37,8%.

Apesar da vantagem numérica, a diferença entre os dois está dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais, o que configura empate técnico.

Na sequência, aparecem nomes com menor percentual de intenções de voto: o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com 3,6%, e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 3%. O coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos (Missão), registra 1,2%, seguido pelo ex-ministro Aldo Rebelo (DC), com 1,1%.

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Entre os entrevistados, 7% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos apresentados. Outros 5% disseram não saber ou preferiram não opinar.

Esta é a primeira pesquisa do instituto após a decisão do governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), de não disputar a Presidência. Com isso, cresce a expectativa dentro do partido em torno do nome de Ronaldo Caiado como possível candidato.

O levantamento foi realizado entre os dias 25 e 28 de março, com 2.080 eleitores em todo o país, por meio de entrevistas presenciais. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00873/2026.

Lula sanciona o PL Antifacção com veto a equiparação de penas

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (24) o Projeto de Lei Antifacção, criando um novo marco legal para o combate ao crime organizado no país. A medida foi assinada em Brasília, ao lado do presidente da Câmara, Hugo Motta, e contou com um veto parcial ao texto aprovado pelo Congresso.

Lula decidiu retirar o trecho que equiparava as penas de integrantes de facções às de pessoas apenas envolvidas com esses grupos. A mudança ocorreu após alertas dentro do governo sobre o risco de criminalização de movimentos sociais e protestos. Ainda assim, a nova lei endurece as punições para crimes ligados a organizações criminosas, com penas que podem chegar a 40 anos de prisão.

A legislação passa a considerar como facções grupos que exercem controle territorial por meio de violência ou grave ameaça, incluindo práticas como bloqueio de ruas, imposição de regras a moradores e ataques a serviços públicos. O texto também facilita a decretação de prisão preventiva para quem integrar, financiar ou comandar essas organizações, além de ampliar o bloqueio de bens e recursos financeiros.

O projeto teve uma tramitação marcada por divergências no Congresso, com alterações feitas ao longo do processo. Ao sancionar a proposta, Lula afirmou que a medida busca fortalecer o combate ao crime organizado e atingir os principais responsáveis pelas facções no Brasil.

PCC e CV podem entrar na pauta de reunião entre Lula e Trump

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A possível classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas pelos Estados Unidos virou motivo de preocupação para o governo brasileiro e deve entrar na pauta de uma futura reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump.

O encontro entre os dois líderes deve ocorrer em março, mas ainda não tem data definida. A proposta faz parte de uma estratégia do governo norte-americano para ampliar o combate ao tráfico internacional de drogas na América Latina.

O governo brasileiro, porém, é contrário à medida. Autoridades avaliam que as facções não se enquadram na legislação brasileira de terrorismo, que exige motivação política, ideológica ou religiosa.

Além disso, integrantes do governo temem que a classificação possa abrir espaço para interferência externa em questões de segurança pública no Brasil.

Diante do avanço da proposta, o tema já começou a ser tratado diplomaticamente entre os dois países e deve ganhar destaque quando Lula e Trump se reunirem.

Em ato no Planalto, Lula veta lei que beneficiaria Bolsonaro e envolvidos na trama golpista

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou integralmente, nesta quinta-feira (8), o projeto de lei que reduzia penas de condenados por atos golpistas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023. A proposta, aprovada pelo Congresso no fim do ano passado, ficou conhecida como **PL da Dosimetria**.

A assinatura do veto ocorreu durante cerimônia no Palácio do Planalto, em alusão aos três anos das invasões às sedes dos Três Poderes, em Brasília. O gesto foi comemorado pelos presentes e reforçou o discurso do governo em defesa da responsabilização pelos crimes contra o Estado Democrático de Direito.

O texto vetado abria caminho para a redução de penas e para a progressão mais rápida de regime prisional. Entre os pontos centrais, previa a diminuição de até dois terços da pena para condenados considerados “vândalos comuns” do 8 de Janeiro, além de permitir a progressão ao regime semiaberto após o cumprimento de 16% da pena — percentual inferior aos 25% exigidos pela legislação atual. Também estabelecia que o crime de tentativa de golpe de Estado absorveria o de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, em caso de condenação simultânea.

A medida poderia beneficiar Bolsonaro, condenado a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe, e outros integrantes do chamado “núcleo crucial” da trama golpista, como os ex-ministros Walter Braga Netto, Anderson Torres e Paulo Sérgio Nogueira, além do ex-comandante da Marinha Almir Garnier. Augusto Heleno cumpre prisão domiciliar, Mauro Cid está em regime aberto e o ex-deputado Alexandre Ramagem é considerado foragido, por estar nos Estados Unidos.

Apesar do veto, o tema ainda não está encerrado. O Congresso Nacional pode analisar a decisão presidencial e optar por mantê-la ou derrubá-la. Para a derrubada do veto, são necessários ao menos 257 votos de deputados e 41 de senadores, em sessão conjunta. A oposição já sinalizou que pretende articular essa ofensiva.

Aliados de Lula afirmam que o presidente manteve a coerência com o posicionamento adotado desde a tramitação do projeto, ao avaliar que a proposta enfraquecia a punição aos responsáveis por atos golpistas e poderia favorecer aliados políticos. Caso o veto seja derrubado e o texto vire lei, o governo e outras instituições ainda podem questionar sua constitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF), que teria a palavra final sobre a validade da norma.

Lula participa de ato sobre o 8/1 sem cúpula do Congresso e STF

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comandou, nesta quinta-feira (8), no Palácio do Planalto, a cerimônia que marcou os três anos dos atos golpistas de 8 de Janeiro, episódio que entrou para a história recente do país como um ataque direto às instituições democráticas. O evento reuniu ministros, aliados políticos e representantes de movimentos sociais, mas também evidenciou vazios institucionais significativos.

Chamou atenção a ausência dos presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), além do presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que optou por não comparecer. O STF realizou uma programação paralela para relembrar a data, num gesto que reforça a separação simbólica entre os Poderes, mesmo diante de um episódio que os atingiu simultaneamente.

Enquanto a solenidade ocorria no Salão Nobre, militantes, apoiadores do governo e integrantes de movimentos sociais se concentravam em frente à Praça dos Três Poderes, em um ato convocado pelo PT em defesa da democracia. A expectativa era de que Lula descesse a rampa do Planalto para cumprimentar o grupo, estimado em cerca de 3 mil pessoas.

O evento também foi atravessado por um forte pano de fundo político: a expectativa de que o presidente oficialize o veto ao Projeto de Lei da Dosimetria, aprovado pelo Congresso no fim de 2025, que reduz penas de condenados pelos atos golpistas e é visto no Palácio do Planalto como uma tentativa de reescrever a gravidade do 8 de Janeiro. Lula já sinalizou a aliados que deve barrar a proposta, mesmo sob risco de novo embate com o Legislativo.

Nos bastidores, o veto é tratado como um gesto calculado para reforçar a narrativa de que não haverá conciliação com o golpismo, ainda que o governo esteja empenhado em reduzir tensões com o Congresso após meses de disputas políticas.

Além da defesa da democracia, o discurso governista incorporou o tema da soberania nacional, especialmente após recentes episódios envolvendo a Venezuela e ações dos Estados Unidos na região. Para integrantes do governo, o ato de 8 de Janeiro passa a representar não apenas a condenação do passado, mas também um posicionamento político diante de disputas geopolíticas atuais.

Juscelino Filho reforça parceria com Lula e destaca avanços no início de 2026

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_O parlamentar ressaltou trabalho em parceria com o governo federal e principais programas e ações em áreas como saúde, educação, habitação e assistência social_

Em vídeo publicado nas redes sociais, o deputado federal Juscelino Filho (União Brasil/MA) destacou, nesta quarta-feira (7), medidas do governo federal que entraram em vigor neste início de 2026. Ele também reiterou a parceria com o presidente Lula, com ênfase em ações que representem vida melhor para todos os brasileiros, ressaltando ainda os reflexos diretos no dia a dia dos maranhenses.

“2026 começou com boas notícias para os brasileiros e para o nosso Maranhão: Imposto de Renda zero até R$ 5 mil, energia de graça ou mais barata para famílias de baixa renda, carteira de motorista custando até 80% menos. E vem muito mais por aí. Seguimos firmes, em parceria com o presidente Lula, trabalhando por mais oportunidades e qualidade de vida para o povo maranhense”, afirmou Juscelino Filho.

Entre os principais avanços citados pelo parlamentar está a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, além da redução para rendimentos de até R$ 7.350. A medida, em vigor desde 1º de janeiro, beneficia cerca de 250 mil maranhenses, totalizando mais de 400 mil trabalhadores no estado. Em nível nacional, o impacto alcança aproximadamente 15 milhões de famílias.

Outro destaque é a ampliação do desconto social na conta de energia elétrica, que também começou a valer no início de 2026. O novo modelo contempla famílias inscritas no CadÚnico, com renda per capita entre meio e um salário-mínimo e consumo de até 120 kWh mensais. Além disso, janeiro opera com bandeira tarifária verde, reduzindo ainda mais o valor da conta de luz. “No Maranhão, cerca de 1 milhão de famílias, o equivalente a mais de 3 milhões de pessoas, já são beneficiadas com energia gratuita ou redução expressiva na fatura”, disse.

A nova CNH do Brasil também foi lembrada por Juscelino Filho, com redução de até 80% do custo para obter a carteira de motorista, beneficiando especialmente trabalhadores e jovens. “Só no Maranhão, cerca de 50 mil pessoas já deram entrada no aplicativo para tirar a CNH. É mais uma grande iniciativa em prol dos trabalhadores e de quem mais precisa”, complementou.

“O ano começou com grandes avanços e vai seguir nesse ritmo, com programas como Minha Casa Minha Vida, Bolsa Família, PAC Seleções, Agora Tem Especialistas e Escolas Conectadas, dentre outros. Tudo isso com economia em crescimento, menor desemprego da história, salário-mínimo valorizado e renda recorde dos brasileiros”, concluiu Juscelino Filho.

Weverton Rocha revela que Lula buscará diálogo com Alcolumbre após viagem ao Nordeste

Senador Weverton Rocha

O senador Weverton Roch (PDT-MA), responsável pela relatoria da indicação de Jorge Messias à vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal, declarou nesta terça-feira (02) que o presidente Lula planeja se encontrar com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), assim que retornar do Nordeste, onde cumpre agenda ao longo da semana. Weverton e o presidente se reuniram para um almoço no Palácio do Planalto na segunda-feira (01).

“O presidente comentou comigo ontem que, após voltar da viagem, provavelmente na quinta ou sexta-feira ou no início da próxima semana, ele pretende procurar o presidente Davi para marcar um encontro. O intuito é dialogar e entregar uma mensagem a ele, estabelecendo um novo calendário de trabalho”, explicou Weverton.

Nesta tarde, Davi Alcolumbre anunciou o adiamento da sabatina de Messias. A audiência, que estava agendada para o dia 10 de dezembro na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), foi adiada porque o Palácio do Planalto ainda não enviou a mensagem e as informações necessárias para a tramitação no Senado.

Ao falar sobre a suspensão do calendário previamente anunciado, Weverton fez alusão a uma declaração que deu na semana passada, onde expressou ter recebido “uma granada sem pino”.

“Ontem, não consegui atender ninguém porque minha atenção estava voltada para reintegrar o pino na granada. Felizmente, consegui resolver isso, o pino foi colocado de volta. Agora, com a decisão do presidente Davi de cancelar o calendário que foi divulgado em conjunto com o presidente da CCJ, Otto Alencar, temos a oportunidade de iniciar os trabalhos relacionados à relatoria e ao indicado pelo presidente, Jorge Messias.

Lula sanciona lei que amplia isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quarta-feira (26), a lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física para trabalhadores que recebem até R$ 5 mil por mês e cria descontos para rendas de até R$ 7.350 mensais.

Segundo o governo, cerca de 15 milhões de brasileiros deixarão de pagar imposto de renda com a nova regra. A legislação também eleva a tributação sobre altas rendas, incidindo uma alíquota extra progressiva para quem recebe mais de R$ 600 mil por ano.

A sanção ocorreu em cerimônia no Palácio do Planalto, às 10h30, onde técnicos do Ministério da Fazenda detalharam as mudanças.

O que muda

Enviado pelo governo ao Congresso em março, o texto foi aprovado na Câmara em outubro e pelo Senado no início deste mês. Até então, a isenção se aplicava apenas a quem ganhava até R$ 3.076.

A partir de janeiro do próximo ano, ficam isentos trabalhadores com renda mensal de até R$ 5 mil. Já quem recebe entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350 terá desconto parcial no imposto — quanto menor a renda dentro dessa faixa, maior a redução.

Contribuintes com rendimentos superiores a R$ 7.350 não serão alcançados pela medida.

Para compensar a perda de arrecadação, a lei cria uma nova alíquota extra de até 10% sobre rendimentos anuais acima de R$ 600 mil e estabelece a tributação de 10% sobre lucros e dividendos remetidos ao exterior.