‘Operação Alferes’: policiais são presos por tentativa de homicídio em Grajaú

Foto Divulgação

Uma operação foi deflagrada na tarde de ontem (29), pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) em conjunto com a Polícia Civil do Maranhão afim de coletar elementos com o fim de agregar a investigação relacionada a crime de tentativa de homicídio ocorrido na cidade de Grajaú. Como resultado da operação batizada de “Alferes”, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, e três mandados de prisão temporária nas cidades de Grajaú e Imperatriz.

No decorrer da operação foram presos temporariamente dois policiais militares do Maranhão e um outro indivíduo, todos suspeitos de participação no crime. Na ocasião, foram apreendidas quatro armas de fogo sem o devido registro e permissão, o que ocasionou a lavratura de três autos de prisão em flagrante pelo crime de posse ilegal de arma de fogo, além de outros objetos relevantes para a investigação, tais como celulares e documentos diversos.

A “Operação Alferes” foi realizada em conjunto pelo Ministério Público do Maranhão, através da Promotoria de Grajaú e GAECO, Polícia Civil do Maranhão, através dos Grupos de Pronto Emprego das cidades de Imperatriz, Timon e Caxias, bem como equipe da Senarc de Timon. Além do Maranhão, a operação também foi deflagrada no Estado do Paraná.

Preso por matar médico, PM é acusado de atropelar criança que também morreu em Imperatriz

Policial Adonias Sadda, preso por homicídio

A redação do Imperatriz Online recebeu o apelo de uma mulher que acusa o Policial Militar Adonias Sadda que ter atropelado e matado o filho, Iego de 4 anos, em Imperatriz no ano de 2015.

O PM matou, com dois tiros à queima roupa durante uma festa, o médico recém formado Bruno Calaça, de 24 anos.

Confira a seguir a denúncia publicada no Instagram.

PM que matou médico em bar em Imperatriz é preso

Foto Reprodução

Foi preso na tarde de hoje (27), o policial militar Adonias Sadda. Ele atirou e matou o jovem médico Bruno Calaça Barbosa, de 24 anos, na madrugada desta última segunda-feira (26) durante uma festa no Del Lagoa, bar/boate localizado na Avenida Beira Rio, em Imperatriz.

A prisão foi confirmada pelo Secretário de Segurança Pública do Estado do Maranhão, Jefferson Portela.

Câmera flagra momento em que policial atira e mata médico em bar em Imperatriz

Câmeras de segurança do Del Lagoa, localizado na avenida Beira Rio, em Imperatriz, registraram o momento exato em que o Cabo Adonias, da Polícia Militar do Maranhão, atira no peito do médico Bruno Calaça, que cai morto. O PM fugiu.

Mistério cerca o assassinato de um jovem médico em Imperatriz

Bruno foi morto com tiro no peito

A morte de Bruno Calaça Barbosa, 24 anos, está sendo investigada pela Polícia Civil. Ele foi morto com um tiro no peito na madrugada de hoje (26) durante uma festa no Del Lagoa, bar/boate localizado na Avenida Beira Rio, em Imperatriz. O autor do disparo, que vitimou o recém formado, teria sido um policial militar cujo o nome não foi divulgado.

Ao que tudo indica a discussão que terminou em morte teria sido por que a PM esteve no local para encerrar a festa por duas vezes mas mesmo assim o evento prosseguiu.

Segundo testemunhas, o policial que atirou em Bruno perguntou a ele se estava armado. O médico então teria levantado a camisa e o policial atirou nele nesse momento e depois fugiu. O PM segue foragido.

BOM DIA IMPERATRIZ, BOM DIA MARANHÃO

Rayssa Leal ganha medalha de prata

A maranhense de Imperatriz, Rayssa Leal, de apenas 13 aninhos, a nossa “Fadinha do Skate”, brilhou na noite deste domingo (25) e fez história ao conquistar a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2021 com apenas 13 anos e 7 meses de idade. Ela se tornou a atleta brasileira mais nova a ganhar uma medalha. Foi a segunda do skate brasileiro em Tóquio e a terceira, no geral.

Quem levou o ouro e o bronze ficaram com as japonesas Momiji Nishiya e Funa Nakayama, respectivamente.

Animus Fraudandi: PF age no Maranhão contra fraudes em benefícios emergenciais

Policiais Federais em operação em São Luís e Imperatriz

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (22), a Operação Animus Fraudandi, em continuidade ao combate às fraudes aos Benefícios Emergenciais, os quais são pagos a parte da população com dificuldades financeiras em razão da pandemia.

Os trabalhos realizados são resultantes de uma união de esforços denominada Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (EIAFAE), da qual participam a Polícia Federal, Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, CAIXA, Receita Federal, Controladoria-Geral da União e Tribunal de Contas da União.

Os objetivos da atuação interinstitucional conjunta são a identificação de fraudes massivas e a desarticulação de organizações criminosas, com a responsabilização de seus integrantes, além de recuperar os valores para o erário.

A Polícia Federal já realizou a deflagração de 114 Operações Policiais visando ao combate às fraudes aos Benefícios Emergenciais, com a expedição de mais de 443 Mandados de Busca e de 50 Mandados de Prisão.

Nesta data, estão sendo cumpridos 29  Mandados de Busca e Apreensão, e quatro Mandados de Sequestro de Bens, perfazendo um total de aproximadamente de até R$ 60 mil bloqueados por determinação judicial. As ações ocorrem nos Estados da Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Santa Catarina, com a participação de aproximadamente 120 Policiais Federais.

Só em Imperatriz foram cumpridos 8 mandados de busca e apreensão com participação de mais de 30 policiais federais, e, segundo o chefe da operação, o grupo foi responsável pelo desvio de mais de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais).

Em São Luís/MA foram cumpridos um Mandado de Busca e Apreensão e um Mandado de Sequestro de Bens e Valores com bloqueio judicial de até R$ 21 mil correspondentes ao montante do prejuízo ocasionado aos cofres da União em decorrência da prática criminosa.

A operação foi batizada Animus Fraudandi, expressão latina que significa “intenção de fraudar”, à qual remete ao caráter fraudulento e intencional dos desvios de valores identificados no curso das investigações.

Destaca-se que em razão da atual crise de saúde pública, foi adotada logística especial de preservação do contágio com distribuição de EPI’s a todos os envolvidos, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas e investigados.

Vereador de Imperatriz é denunciado por corrupção eleitoral

Vereador João Silva

O titular da 2ª Promotoria de Justiça Especializada de Imperatriz, Sandro Pofahl Bíscaro, ofereceu Denúncia contra o vereador João Francisco Silva, por corrupção eleitoral. O crime está previsto no artigo 299 do Código Eleitoral.

Em 18 de outubro de 2020, quando era candidato à reeleição, Silva realizou reunião oferecendo vantagens com o objetivo de obter votos. O encontro ocorreu na residência de um morador do bairro Vila Janaína, conhecido como “Cantor”, responsável pela intermediação entre o vereador e a comunidade.

Como comprovado por vídeos, o vereador afirmou que tinha adquirido mangueiras para levar água ao bairro e alegou que o prefeito Assis Ramos usou recursos próprios para comprar canos para levar água de um poço artesiano às residências dos moradores. O prefeito tem foro privilegiado e somente pode ser denunciado pelo procurador-geral.

Em um dos vídeos, um morador identificado como Ciro falou que a comunidade possuía o “dever” de ajudar a eleger o vereador porque Francisco Silva também tinha gasto recursos próprios para levar água para o bairro.

Outro morador, chamado Filipe, afirmou que haveria uma reunião com as pessoas que possuíam terreno na Vila Janaína para discutir “assuntos políticos” e que seria realizada a entrega de encanamento.

O vereador contou que fez um poço na casa do morador “Cantor” e levaria água ao povoado. Francisco Silva também mostrou os canos e expressamente pediu votos para ele e o prefeito Assis Ramos como condição para a entrega dos canos e da água.

Filipe começou a filmar e Francisco Silva afirmou que sem o vereador “aquela vila não existiria e o pessoal já teria sido despejado daquele ambiente”. De acordo o morador, em toda época de eleição o vereador vai ao local fazer as mesmas promessas, e no ambiente existem valas escavadas para a colocação dos canos. Apoiadores do vereador tentaram agredir Filipe e derrubaram o celular dele.

A autoria resta inconteste, tanto pelo depoimento das testemunhas quanto pelas gravações realizadas. Da mesma forma, não há dúvidas quanto à materialidade, evidenciada pelos vídeos e imagens acostados aos autos”, afirma o representante do Ministério Público do Maranhão (MPMA), na Denúncia.

Em caso de condenação, Francisco Silva está sujeito a pena de reclusão de até quatro anos e pagamento de 5 a 15 dias-multa.