SET rebate Braide e aponta congelamento de subsídio como causa da crise no transporte

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O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET) divulgou nesta sexta-feira (13) uma nota de esclarecimento em resposta às declarações feitas pelo prefeito Eduardo Braide nas redes sociais sobre a greve do transporte urbano da capital maranhense.

No comunicado, o sindicato contesta a versão apresentada pela gestão municipal e afirma que a crise enfrentada pelo sistema tem relação direta com o congelamento do subsídio pago pela Prefeitura de São Luís às empresas que operam o serviço.

A entidade também criticou a ausência da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) em uma audiência na Justiça do Trabalho que tratava do impasse envolvendo o transporte coletivo.

Ao abordar as paralisações que têm afetado o transporte público da capital, o sindicato afirmou que as greves registradas desde 2021 seriam consequência de sucessivos descumprimentos contratuais por parte do município. Na avaliação do SET, o congelamento do subsídio desde o início de 2024 teria contribuído para agravar a situação financeira do sistema, levando o setor ao que classificou como “colapso operacional”.

Breaking News: Eduardo Braide na Polícia Federal

Prefeito Eduardo Braide

O prefeito de São Luís, Eduardo Braide, acaba de entrar na Superintendência da Polícia Federal, em São Luís.

O que será que o prefeito de São Luís está fazendo na PF?

O jornalista Marcello Minard encontrou o prefeito no momento em que ele entrava na PF e perguntou o motivo da visita. Braide respondeu apenas que: “Já, já tu vai saber o que é.”

Confira no vídeo a fala do jornalista Marcello Minard.

 

 

A “Saída de Emergência” de Braide: prefeito foge dos estudantes e entra pelos fundos em ‘evento marketeiro’

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A política de São Luís presenciou, nesta manhã (5), um espetáculo de covardia institucional. O prefeito Eduardo Braide, para não encarar os estudantes que clamam pelo Passe Livre, abandonou a liturgia do cargo e usou a porta dos fundos para acessar a coletiva de imprensa que ele mesmo convocou.

Enquanto anunciava um pacote de R$ 1,6 bilhão em obras — o nítido “presente de despedida” para quem já mira a cadeira do Palácio dos Leões —, o gestor fugia fisicamente do diálogo com a juventude.

A manobra de Braide não foi apenas um desvio de rota, mas um posicionamento político. Ao ignorar o grupo que cobrava a implantação do benefício estudantil — aprovado pela Câmara, mas boicotado pelo Executivo —, o prefeito sinaliza que a pauta não cabe na sua agenda prioritária de bilhões.

É lamentável um gestor que se tranca em coletivas seletivas enquanto foge do debate. Braide pode até anunciar bilhões, mas hoje saiu menor do que entrou: a imagem que fica é a de um prefeito que teme o diálogo e prefere o isolamento das portas dos fundos ao enfrentamento democrático.

Enfermagem denuncia gestão Braide por calote e desvalorização

Prefeito Eduardo Braide

A gestão do prefeito Eduardo Braide tem sido alvo de críticas por parte de profissionais da enfermagem, que apontam falta de respeito à categoria diante de atrasos salariais, ausência de transparência e descumprimento de direitos trabalhistas.

Para os trabalhadores, inconsistências nos repasses e a falta de explicações oficiais evidenciam a desvalorização de uma área essencial para o funcionamento do sistema público de saúde.

A categoria ressalta que o reconhecimento da enfermagem não pode se limitar ao discurso institucional, devendo se refletir em remuneração justa, previsibilidade salarial e cumprimento das normas que regem a profissão.

Segundo dados do Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (Coren-MA), atualizados até novembro de 2025, o estado possui aproximadamente 23.812 enfermeiros e 69.159 técnicos de enfermagem, totalizando cerca de 96.922 profissionais registrados, incluindo auxiliares. Os números evidenciam o peso da categoria no funcionamento da rede de saúde pública.

Denúncias de pagamentos irregulares

Conforme denúncia recebida por este blog, profissionais da Estratégia de Saúde da Família relataram irregularidades nos pagamentos referentes ao mês de fevereiro e cobram esclarecimentos urgentes da gestão municipal sobre a redução abrupta dos valores creditados.
De acordo com relatos da categoria, o pagamento costuma ser efetuado no dia 10 de cada mês.

No entanto, neste período, muitos profissionais afirmam não ter recebido os valores devidos. Entre os que tiveram depósitos realizados, os montantes foram considerados incompatíveis com a remuneração habitual, com registros de créditos entre R$ 35 e pouco mais de R$ 100, quando o repasse esperado ultrapassa R$ 1.300.

A situação provocou indignação entre os servidores, que se mobilizaram para cobrar respostas da administração pública.

Secretaria de Saúde evita diálogo direto 

Representantes da categoria afirmam que a titular da Secretaria Municipal de Saúde não participou das reuniões com os profissionais, enviando apenas a secretária adjunta para tratar do assunto.

Durante o encontro, foram levantadas questões como o piso salarial, pagamento do 13º, descontos de imposto de renda e a origem das inconsistências nos valores.

Segundo participantes, que não quiseram se identificar por medo de represálias, informaram ao longo da reunião, receberam apenas a informação que uma retificação/correção será feita, mas não apresentou cronograma, justificativas detalhadas nem garantias sobre a regularização imediata dos pagamentos.

Os trabalhadores afirmam que a falta de transparência agrava a insegurança financeira da categoria e cobram respeito aos direitos trabalhistas. Eles destacam que os recursos federais destinados à estratégia devem ser repassados integralmente, sem reduções inesperadas ou ausência de explicações oficiais.

A categoria segue mobilizada e não descarta novas medidas caso os valores não sejam corrigidos rapidamente. Para os profissionais, a situação reforça a necessidade de maior responsabilidade administrativa e respeito aos trabalhadores da saúde, que atuam diretamente no atendimento à população.

Este blog permanece aberto para que a Prefeitura de São Luís se manifeste e informe quais medidas serão adotadas para responder aos questionamentos da categoria.

Promotora alerta possibilidade de nova greve de ônibus em São Luís


O impasse no transporte público urbano de São Luís continua, e os rodoviários podem realizar uma nova paralisação nesta quarta-feira (11), por tempo indeterminado.

Na sexta-feira (6), durante reunião com o Ministério Público, os rodoviários encerraram a greve, mediante acordo do recebimento dos salários até esta terça-feira (10). Em caso de descumprimento, os trabalhadores retornariam com a greve de ônibus.

Até o momento, a categoria afirma não ter recebido os salários atrasados. Hoje houve uma nova rodada de negociações no Ministério Público, com a promotora titular da 2ª Promotoria de Justiça Especializada na Defesa do Consumidor em São Luís, Lítia Cavalcanti, para evitar o retorno da greve.

A promotora deixou claro que a Prefeitura de São Luís não está colaborando e que a gestão municipal segue sem dialogar com as partes envolvidas. O MP-MA protocolou uma Ação Civil Pública, que foi indeferida pela Vara de Interesses Difusos.

Uma nova ação já foi protocolada pelo MP-MA, solicitando que a Prefeitura de São Luís não desconte valores do subsídio do transporte público, e que seja complementado o valor já descontado.

Na iminência de uma nova greve de ônibus em São Luís, o prefeito Eduardo Braide continua inerte aos problemas que são de responsabilidade dele, e assiste de camarote o circo pegar fogo.

Auditores questionam na Câmara mudanças propostas por Braide na CGM

Prefeito Eduardo Braide

A Associação dos Auditores de Controle Interno do Município de São Luís (Aacim) encaminhou uma nota à Câmara Municipal contestando a proposta do prefeito Eduardo Braide que altera a estrutura da Controladoria-Geral do Município (CGM). A manifestação ocorre após o envio de mensagem do Executivo ao Legislativo com sugestões de reorganização do órgão (veja aqui), apresentadas após recomendação do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA).

Na nota, a entidade informa que não houve diálogo prévio com os auditores de controle interno, apesar de orientação do próprio TCE para que eventuais mudanças na estrutura de controle fossem precedidas de discussão técnica com os servidores responsáveis pela atividade.

Um dos principais pontos abordados é a previsão de extinção da Central de Liquidação de Despesa (CLD), unidade responsável pela análise técnica e de conformidade de todos os pagamentos realizados pela Prefeitura de São Luís. Atualmente, essa atribuição é exercida por auditores de controle interno, servidores efetivos do município.

Segundo a associação, a retirada dessa etapa do fluxo de despesas transfere responsabilidades às secretarias municipais, que, de acordo com o documento, não possuem unidades de controle interno estruturadas nem quadro de servidores efetivos suficiente para absorver a demanda.

A Aacim também registra que existe uma proposta de atualização do fluxo de despesas para adequação à Nova Lei de Licitações, que estaria concluída tecnicamente, mas sem avanço desde junho de 2024, aguardando deliberação da administração superior.

Além das alterações operacionais, a mensagem enviada pelo prefeito prevê mudanças na nomenclatura de coordenações vinculadas à CGM, com a supressão do termo “auditoria” em setores responsáveis por prestação de contas e normas técnicas.

O episódio se insere em um contexto mais amplo de divergências entre a gestão municipal e categorias do fisco e do controle interno. Recentemente, decisões judiciais redefiniram o teto constitucional no município, resultando em cortes salariais para servidores que recebiam acima do limite.

Após essas decisões, a Câmara Municipal aprovou uma lei reajustando os subsídios do prefeito, do vice-prefeito e dos secretários, redefinindo o teto remuneratório. A norma, no entanto, foi questionada judicialmente pelo prefeito, enquanto servidores sustentam que a não aplicação do novo teto mantém reduções indevidas.

Justiça barra portarias de Braide que quebrariam integração do transporte metropolitano

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A gestão de Eduardo Braide (PSD), através da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), editou duas portarias para criar um “Consórcio Operacional” exclusivo do transporte urbano de São Luís. Com a medida, passageiros de São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa seriam obrigados a usar um cartão diferente e pagar uma segunda passagem ao realizar integração no Terminal Cohab/Cohatrac.

O modelo atual, administrado pelo Sindicato das Empresas de Transporte (SET), mantém a integração entre sistema urbano e semiurbano. Assim, os usuários pagam apenas uma passagem, utilizam a integração e têm os subsídios distribuídos entre as empresas que operam nos quatro municípios.

Com as mudanças, cerca de 40% dos usuários teriam aumento de custos e perderiam gratuidades como as destinadas a idosos e pessoas com deficiência. Passageiros de São José de Ribamar, por exemplo, precisariam pagar novamente ao desembarcar em um terminal urbano para seguir viagem até São Luís.

O SET acionou a Justiça para evitar que a população fosse penalizada. A entidade destacou que trabalhadores e estudantes que dependem do transporte coletivo sofreriam aumento imediato de gastos e perda de benefícios.

O juiz Douglas de Melo Martins, da Vara de Interesses Difusos e Coletivos da Capital, suspendeu as portarias. Em audiência, apontou risco de danos irreversíveis e desequilíbrio do sistema, além de possibilidade de paralisação caso os subsídios fossem comprometidos.

O juiz ressaltou que a licitação de 2016 já havia estabelecido regras para o funcionamento do sistema integrado e para o repasse de recursos ao SET. A alteração unilateral desrespeita o contrato vigente e ameaça toda a operação do transporte metropolitano.Uma nova audiência foi marcada para 11 de novembro, com participação da SMTT, do SET e da Agência Estadual de Mobilidade Urbana (MOB), em busca de um acordo que preserve os direitos dos passageiros.

Orleans Brandão lidera expectativa de vitória e encosta em Braide na disputa pelo Governo do Maranhão

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A disputa pelo Palácio dos Leões ganhou um dado curioso na mais recente pesquisa do Instituto INOP, encomendada pelo Imirante. Apesar de estar em segundo lugar nas intenções de voto, Orleans Brandão (MDB) é o nome que mais inspira confiança no eleitor quanto à vitória nas eleições de outubro.

No índice de expectativa de vitória — que mede quem o eleitor acredita que será eleito, independentemente de seu próprio voto — Orleans aparece com 29,79%, à frente do atual líder nas intenções de voto, o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), que registra 27,78%.

Já no cenário de intenção de voto, Braide soma 33,89%, contra 30,17% de Orleans, diferença que está dentro da margem de erro, caracterizando empate técnico. Lahésio Bonfim (Novo) figura com 15,23% e o vice-governador Felipe Camarão (PT) com 9,33%.

Na expectativa de vitória, Lahésio marca 8,28% e Camarão, 2,85%. Até mesmo o governador Carlos Brandão — que não concorre — foi citado por 0,46% dos entrevistados. Um total de 30,84% não soube ou preferiu não opinar.

A pesquisa ouviu 2.400 eleitores em 54 municípios maranhenses, reforçando que, nesta fase da corrida, o favoritismo nas urnas e na percepção do eleitor não caminham necessariamente lado a lado.

Nada de Braide! Aluísio Mendes declara apoio a Orleans Brandão

Durante as comemorações pelos 96 anos de emancipação política de Urbano Santos, o deputado federal Aluísio Mendes (Republicanos) surpreendeu ao declarar apoio público ao pré-candidato Orleans Brandão ao governo do Maranhão, reforçando ainda mais os sinais de realinhamento político no estado.

Apontado nos bastidores como um dos nomes que estariam articulando apoio à eventual candidatura do prefeito de São Luís, Eduardo Braide, ao Palácio dos Leões, Aluísio quebrou o silêncio e se posicionou ao lado do grupo liderado pelo governador Carlos Brandão. A declaração foi feita durante evento realizado nesta terça-feira (10), que contou com a presença de autoridades e lideranças locais.

Econométrica: Braide, Lahesio e Orleans lideram corrida pelo governo do Maranhão em 2026

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Pesquisa realizada pela Econométrica entre os dias 26 e 30 de maio revela o atual cenário eleitoral para o governo do Maranhão em 2026, destacando os três pré-candidatos mais bem posicionados na preferência dos eleitores.

O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), aparece na liderança com 33,8% das intenções de voto no levantamento estimulado. Logo atrás, em segundo lugar, está Lahesio Bonfim (NOVO), que obteve 21,3%. Em terceiro, aparece Orleans Brandão (MDB), com 17,9%. O atual vice-governador Felipe Camarão (PT) fica na quarta colocação, com 13,4% das intenções.

A pesquisa também apontou que 5,1% dos eleitores declararam voto nulo ou branco, enquanto 8,6% não souberam ou preferiram não responder.

Foram entrevistados 1.321 eleitores distribuídos em 52 municípios do Maranhão, abrangendo as regiões Norte, Centro, Leste, Oeste e Sul, incluindo a região metropolitana da capital — São Luís, São José de Ribamar e Paço do Lumiar. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.