Juscelino Filho anuncia pré-candidatura de Marcos da Unillar a deputado federal

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Em passagem por Barra do Corda, o presidente estadual da Federação PSDB/Cidadania reforçou a estratégia de fortalecimento político no Maranhão

Neste sábado (6), durante agenda em Barra do Corda, o deputado federal Juscelino Filho confirmou a pré-candidatura de Marcos da Unillar a deputado federal pela Federação PSDB/Cidadania nas eleições de 2026. O anúncio foi feito durante entrevista concedida à imprensa local e integra o movimento de fortalecimento da federação em diversas regiões do Maranhão.

Ao lado de lideranças políticas e apoiadores, Juscelino destacou a importância da renovação dos quadros partidários e da construção de um projeto político voltado para o desenvolvimento dos municípios maranhenses. “Agora é oficial. Tenho a satisfação de anunciar a pré-candidatura do meu amigo Marcos da Unillar a deputado federal pela Federação PSDB/Cidadania. Ele aceitou o nosso desafio e passa a fortalecer ainda mais o nosso projeto para as eleições de 2026. Obrigado, meu amigo. Vamos seguir juntos, construindo um caminho de muito trabalho por Barra do Corda, pela região e por todo o Maranhão”, declarou Juscelino Filho.

Marcos da Unillar agradeceu a confiança e afirmou que recebe a missão com responsabilidade, compromisso e disposição para ampliar o diálogo com a população maranhense. Ex-vice-prefeito de Barra do Corda, empresário e uma das principais lideranças políticas da região, ele destacou a importância do apoio recebido para o novo desafio. “Temos a tranquilidade de aceitar esse convite e essa missão com segurança, contando com o apoio do nosso presidente estadual, Juscelino Filho, e também da direção nacional do partido. Juscelino tem uma trajetória de trabalho reconhecida, com três mandatos como deputado federal pelo Maranhão e relevantes contribuições ao país à frente do Ministério das Comunicações. Agora vamos caminhar juntos por Barra do Corda e por todo o estado”, afirmou.

O anúncio reforça a estratégia da Federação PSDB/Cidadania de ampliar sua presença política no Maranhão, consolidando novas lideranças e fortalecendo sua chapa para a disputa eleitoral de 2026.

Na oportunidade, Juscelino Filho também se reuniu com o grupo político liderado por Marcos da Unillar para discutir demandas locais, ouvir lideranças da região e reafirmar seu compromisso com o desenvolvimento de Barra do Corda e dos municípios vizinhos.

Fim da escala 6×1 pode virar realidade em 60 dias após aprovação da PEC

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O governo federal e a Câmara dos Deputados fecharam nesta segunda-feira (25) um acordo para acabar com a escala de trabalho 6×1 no Brasil. A medida faz parte da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a redução gradual da jornada semanal de trabalho e agora segue para análise no Congresso Nacional.

Pelo acordo, após a promulgação da PEC, as empresas terão prazo de 60 dias para encerrar a escala 6×1, garantindo aos trabalhadores dois dias de folga por semana já no início da transição. Nesse mesmo período, a carga horária semanal cairá das atuais 44 para 42 horas.

A proposta também estabelece uma nova redução da jornada para 40 horas semanais no prazo máximo de 12 meses após a promulgação da emenda constitucional.

O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, ao lado dos ministros do Trabalho, Luiz Marinho, e das Relações Institucionais, José Guimarães. Segundo Motta, o acordo busca equilibrar os interesses dos trabalhadores e do setor produtivo.

“A transição se dará dentro de um ano. Isso atende um apelo da classe trabalhadora e também escuta o setor produtivo, dando tempo para adaptação”, afirmou o presidente da Câmara.

O relator da PEC, deputado Leo Prates, informou que o texto deve ser apresentado ainda nesta segunda-feira na Comissão Especial responsável pela análise da proposta. A expectativa é que a matéria seja votada na quarta-feira (27) na comissão e, em seguida, apreciada pelo plenário da Câmara na quinta-feira (28).

De acordo com o relator, o fim da escala 6×1 será uma das mudanças mais imediatas para os trabalhadores brasileiros. “Para aquilo que mais mobilizou o povo brasileiro, que é o fim da escala 6×1, não haverá transição longa: serão apenas 60 dias após a promulgação”, destacou.

Márcio Hominho oficializa apoio a Aldir Júnior para deputado federal

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Após a decisão do PL de redefinir sua estratégia eleitoral e retirar a candidatura da deputada Detinha para a Câmara Federal, lideranças aliadas do grupo político do deputado Josimar de Maranhãozinho passaram a manifestar apoio ao novo nome escolhido pela legenda: o vereador Aldir Júnior.

Entre os primeiros aliados a declarar apoio publicamente está o prefeito de Bacuri, Márcio Hominho, que apresentou Aldir Júnior como seu  pré-candidato para a disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados. O gesto reforça a articulação política do PL no Maranhão e sinaliza unidade entre prefeitos e lideranças ligadas ao projeto do partido para 2026.

A mudança faz parte de uma reestruturação estratégica articulada pelo PL do Maranhão para as eleições. Com a decisão, Detinha deixa a disputa por uma vaga na Câmara Federal e passa a concentrar seu projeto político no retorno à Assembleia Legislativa do Maranhão, onde já atuou como deputada estadual. Nos bastidores, a movimentação é vista como uma estratégia do partido para fortalecer sua influência no legislativo estadual, tendo como objetivo futuro a disputa pela presidência da Casa.

Com isso, Aldir Júnior passa a ocupar o espaço deixado por Detinha na chapa federal, recebendo o apoio de importantes lideranças municipais e consolidando seu nome dentro do grupo político.

Veja quem são os secretários de Brandão que vão testar as urnas

Palácio dos Leões

A movimentação no alto escalão do Palácio dos Leões já começou. Ao todo, 14 nomes — entre secretários e diretores — se preparam para deixar os cargos e disputar as eleições deste ano. O prazo estipulado termina em 31 de março e marca a saída oficial dos auxiliares que vão entrar na corrida eleitoral.

Orleans Brandão entra no jogo da sucessão

Orleans Brandão deixa a Secretaria de Assuntos Municipalistas e passa a ser apontado como o nome do grupo governista para testar força nas urnas na disputa pelo Governo do Estado, consolidando-se como a apostas para a continuidade do projeto político atual.

O “Bloco de Brasília”: candidatos à Câmara Federal

Três secretários deixam o governo com foco em reforçar a bancada maranhense no Congresso Nacional:

  • Vinicius Ferro — Planejamento e Orçamento (Seplan)
  • Bira do Pindaré — Agricultura Familiar (SAF)
  • Washington Oliveira — Representação Institucional em Brasília (SeriDF)

Bancada Estadual: candidatos à Assembleia Legislativa (ALEMA)

Outro grupo forte entra na disputa por vagas na Assembleia Legislativa do Maranhão:

  • Tiago Fernandes — Saúde (SES)
  • Paulo Casé — Desenvolvimento Social (Sedes)
  • Cricielle Muniz — IEMA
  • Sebastião Madeira — Casa Civil
  • Júnior Vianna — Articulação Política
  • Abigail Teles — Secretaria da Mulher (SEMU)
  • Natássia Weba — Ciência e Tecnologia (Secti)
  • Luís Henrique — Trabalho (Setres)
  • Wolmer Araújo — Pesca e Aquicultura

As mudanças foram definidas em reunião realizada na última quarta-feira (25) com o governador Carlos Brandão.

Bancada maranhense apoia em peso aprovação da PEC da Segurança na Câmara

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A Câmara dos Deputados selou, em segundo turno, a aprovação da PEC da Segurança Pública (18/25), enviando ao Senado um texto que promete redesenhar a integração das forças policiais no Brasil. Com um placar avassalador de 461 votos a 14, o projeto contou com o apoio integral da bancada do Maranhão, que votou em bloco a favor da medida.

Coesão Regional e Articulação Política

Diferente de outros estados que apresentaram dissidências, o Maranhão manteve a unidade tanto no primeiro quanto no segundo turno. Essa postura sinaliza um alinhamento estratégico com a pauta de fortalecimento do pacto federativo e a garantia de novos recursos para o setor, pontos centrais do substitutivo apresentado pelo relator Mendonça Filho (União-PE).

O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), classificou a votação como um “dia histórico”, destacando que o texto final é fruto de um equilíbrio entre a proposta original do Governo e as modificações sugeridas pelo Congresso após ampla escuta da sociedade.

O Mapa da Resistência

A oposição ao projeto ficou restrita a um nicho ideológico específico. Enquanto o deputado Luciano Bivar (União-PE) recuou de seu voto contrário inicial para apoiar a PEC no segundo turno, a resistência final (14 votos) foi composta quase inteiramente pela federação PSOL-Rede, além de nomes isolados do PT e do PL.

Entre os poucos opositores figuram nomes como Erika Hilton (PSOL-SP), Tarcísio Motta (PSOL-RJ) e Capitão Augusto (PL-SP), expondo que a crítica à proposta uniu, por razões distintas, alas do progressismo identitário e do corporativismo policial.

A PEC 18/25 não apenas integra órgãos de segurança, mas cria mecanismos para que o Governo Federal coordene diretrizes nacionais, evitando o isolamento das inteligências estaduais. Para o Maranhão, a aprovação significa a expectativa de fluxos de recursos mais previsíveis e uma cooperação técnica mais robusta no combate ao crime organizado.

Câmara aprova aumento de penas para crimes de milícia e organizações criminosas

Deputados na sessão do Plenário / Foto: Agência Câmara de Notícias

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (18) o substitutivo do deputado Guilherme Derrite (PP-SP) ao Projeto de Lei 5582/25, do Executivo, que endurece penas para participação em organizações criminosas ou milícias e prevê a apreensão prévia de bens em certas circunstâncias. O texto segue agora para análise do Senado.

Foram 370 votos a favor, 110 contrários e 3 abstenções. Deputados governistas criticaram a versão aprovada, defendendo o projeto original, considerado “fraco” pelo relator, que acusou o governo de não debater tecnicamente o texto.

Domínio social estruturado e favorecimento
O substitutivo cria o crime de domínio social estruturado, com pena de 20 a 40 anos, e estabelece reclusão de 12 a 20 anos para quem favorecer essas organizações. O favorecimento inclui condutas como: dar abrigo a criminosos, distribuir mensagens incentivando crimes, comprar ou guardar armas ou explosivos, fornecer informações à organização ou alegar falsamente pertencer a ela.

Os crimes passam a ser considerados hediondos, com proibição de indulto, anistia, fiança ou liberdade condicional. Dependentes de presos por esses crimes não terão direito a auxílio-reclusão.

Penas e regimes

  • Réu primário: cumprir 70% da pena em regime fechado (antes 40%).
  • Reincidente: mínimo de 80% (antes 60%).
  • Crime hediondo com morte da vítima: primário 75%, reincidente 85%.
  • Comando de organização criminosa ou milícia: 75% da pena, sem liberdade condicional.
  • Feminicídio: incluído nas regras acima.

Medidas adicionais

  • Prisão obrigatória em presídio federal de segurança máxima para líderes ou integrantes de núcleo de comando.
  • Prazos de inquérito: 30 dias (se preso) ou 90 dias (se solto), prorrogáveis pelo mesmo período.
  • Suspensão do CNPJ por 180 dias em caso de receptação de produtos de crime; reincidência impede comércio por 5 anos.
  • Cancelamento do título de eleitor para presos provisórios.

Agravantes e detalhes
O texto prevê aumento de pena ou medidas adicionais quando há:

  • Uso de arma restrita ou explosivos;
  • Participação de funcionário público;
  • Exploração econômica ilegal de recursos naturais ou terras públicas;
  • Recrutamento de crianças ou adolescentes;
  • Conexão com organizações internacionais ou envio de produtos ao exterior;
  • Uso de drones, sistemas de vigilância ou criptografia.

Destaques rejeitados
O Plenário rejeitou propostas para: manter atos preparatórios sem punição, direcionar bens apreendidos ao Fundo Nacional de Segurança Pública e alterar regras de perdimento de bens.

O projeto representa um marco legal no combate ao crime organizado, impondo penas mais duras, restrições aos condenados e mecanismos para dificultar a atuação de milícias e grupos paramilitares no país.

Motta garante que Câmara não aceitará reduzir poderes da PF no combate às facções

Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), garantiu que o Parlamento não aprovará qualquer mudança que enfraqueça a atuação da Polícia Federal no enfrentamento ao crime organizado, durante as discussões do PL Antifacção (PL 5582/2025).

O governo, autor do projeto, critica o relatório do deputado Guilherme Derrite (PL-SP), que concentra a responsabilidade das investigações sobre facções nas Polícias Civis estaduais, deixando a PF atuar apenas em casos com repercussão nacional, internacional ou por solicitação de governadores.

Motta classificou como “inegociáveis” as prerrogativas da PF e reforçou que o objetivo é fortalecer tanto a Polícia Federal quanto as forças estaduais e o Ministério Público no combate às organizações criminosas.

Outro ponto sensível é a proposta de equiparar facções criminosas a grupos terroristas, medida rejeitada pelo governo sob argumento de que pode gerar impactos internacionais e questionamentos sobre a soberania nacional. Motta disse que o endurecimento da lei não pode colocar o país em risco.

O presidente da Câmara segue em articulações com o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e demais autoridades para construir um texto de consenso.

CPMI do INSS ouve presidente de confederação de pescadores na segunda (3)

Abraão Lincoln Ferreira

O presidente da Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura (CBPA), Abraão Lincoln Ferreira da Cruz, será o próximo investigado no esquema de fraudes em aposentadorias e pensões a prestar depoimento à CPMI do INSS.

O gestor, convocado a partir de oito requerimentos aprovados pelo colegiado, falará aos deputados e senadores da comissão partir das 16 horas de segunda-feira (3) no plenário 2 da Ala Nilo Coelho, no Senado.

A CBPA está entre as associações investigadas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Sem Desconto, deflagrada em abril deste ano para apurar descontos irregulares em benefícios do INSS entre 2019 e 2024. Tanto a confederação como Abraão Lincoln Ferreira da Cruz tiveram bens bloqueados, a partir da requisição da Advocacia-Geral da União.

A CPMI já aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Abraão Lincoln e requereu ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) o envio de Relatório de Inteligência Financeira (RIF).

De acordo com o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos requerentes da convocação do presidente da CBPA, a entidade é “um dos eixos centrais da arquitetura criminosa desvelada pela Operação Sem Desconto e responsável por um impacto financeiro estimado em R$ 221,8 milhões subtraídos de forma contumaz e sistêmica dos benefícios de aposentados e pensionistas”.

O nome de Abraão Lincoln já foi citado em questionamentos do relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), a convocados ouvidos pela comissão.

PL relatado por Juscelino garante regularização de bens e equilíbrio fiscal

Deputado Juscelino Filho

No projeto, o deputado incluiu medidas de ajuste e transparência fiscal que estimulam a economia, asseguram o equilíbrio das contas públicas e a continuidade de políticas sociais do governo Lula

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (29), o PL 458/2021. O projeto, relatado pelo deputado federal Juscelino Filho (União Brasil/MA), criou o Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (Rearp), que permitirá a pessoas físicas e jurídicas regularizarem e atualizarem o valor de bens e direitos declarados no Imposto de Renda, com condições mais vantajosas. O texto também incorporou pontos da Medida Provisória 1303/2025.

“Hoje ajudamos o Brasil com a aprovação de medidas importantes para o equilíbrio fiscal e a justiça tributária, combatendo a sonegação e assegurando a continuidade de políticas sociais que beneficiam milhões de pessoas. Esses ajustes reforçam o controle de gastos, a estabilidade econômica e dão tranquilidade aos contribuintes”, afirmou Juscelino Filho.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos/PB), elogiou o relatório apresentado. “Parabenizo o deputado Juscelino, cujo relatório reúne medidas essenciais de ajuste fiscal e eficiência na gestão pública. O texto prevê um incentivo no aumento da arrecadação sem elevar impostos, estimulando o setor produtivo e o crescimento econômico”, destacou.

Nos últimos dias, o parlamentar maranhense manteve intensa agenda de reuniões com lideranças partidárias, técnicos da Câmara e integrantes da equipe econômica do governo, para viabilizar o consenso em torno da proposta.

*Benefícios do Rearp*

No caso da atualização dos valores de bens móveis e imóveis, pessoas físicas pagarão 4% sobre a diferença. Para as pessoas jurídicas, as alíquotas serão de 4,8% de Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e de 3,2% de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Ambas poderão parcelas a dívida em 24 meses, mas bens imóveis só poderão ser vendidos 5 anos após a adesão. Nos bens móveis, essa carência será de 2 anos.

Já para regularizar bens e direitos não declarados, pessoas físicas e jurídicas pagarão imposto a título de ganho de capital de 15% e multa de igual valor, totalizando 30%. A regularização envolve desde dinheiro em bancos, títulos de vários tipos, empréstimos entre pessoas, ações, direitos sobre marcas e patentes, ativos virtuais, imóveis ou veículos.

Juscelino explicou que a medida corrige uma distorção histórica do sistema tributário. “Hoje, a legislação ignora os efeitos da inflação e acaba tributando ganhos de capital fictícios. Com o Rearp, o contribuinte pode atualizar seus bens a um custo reduzido, e o governo antecipa uma arrecadação que talvez nunca ocorresse”, completou o relator.

*Pé-de-Meia garantido*
Entre os pontos da MP 1303 incluídos no parecer do deputado Juscelino Filho, destaque para os dispositivos que vão garantir a manutenção do Pé-de-Meia, programa criado para incentivar financeiramente a permanência de estudantes de baixa renda no ensino médio. Um dos itens da proposta extingue o teto de R$ 20 bilhões inicialmente previsto, em 2024, na sua criação.

“Vamos manter o pagamento do Pé-de-Meia, programa que leva dignidade a mais de 4milhões de jovens e estimula a permanência na escola. É um investimento direto no futuro da educação brasileira. Ao caracterizá-lo como uma bolsa de estudos, ele torna-se um gasto da educação, ou seja, estamos garantindo o programa a longo prazo. Esse avanço foi de extrema aimportância”, explicou Juscelino.

*Compensação tributária e combate a fraudes*

Outro ponto do PL 458/21 limita a compensação de créditos tributários contra a União com tributos a vencer da empresa. Segundo o governo, aumentaram os casos de uso fraudulento do mecanismo devido a ambiguidades e interpretações divergentes. Outro caso de indeferimento da compensação é o de empresa cujo crédito seja obtido pelo regime de incidência não cumulativa de PIS e Cofins, mas não tenha relação com quaisquer atividades econômicas da empresa.

Mulheres podem ganhar três dias de licença menstrual por mês: projeto avança com urgência

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (27) o regime de urgência para oito projetos de lei, permitindo que eles sejam votados diretamente no Plenário, sem passar pelas comissões. Entre as propostas que avançam rapidamente está o PL 1249/22, da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), que institui três dias de licença por mês para mulheres que apresentem sintomas graves durante o período menstrual.

O projeto permite que mulheres que comprovem sintomas debilitantes, como dores intensas e outros efeitos associados ao ciclo menstrual, possam se ausentar do trabalho sem prejuízo salarial, garantindo mais saúde e bem-estar no ambiente laboral.

Além da licença menstrual, outros projetos com urgência incluem a criação de novos cargos de desembargador no STJ, a obrigatoriedade de mamógrafos em municípios com mais de 180 mil habitantes e iniciativas voltadas à redução da mortalidade materna e à proteção de mulheres indígenas.

O regime de urgência acelera a tramitação dessas propostas, aproximando a legislação de medidas consideradas prioritárias para saúde e direitos das mulheres.