Canelada política: vice de Braide comete tropeço institucional e admite despreparo

O vácuo de formação política de Elaine é, na verdade, a conveniência de Braide. Para um gestor com perfil centralizador, nada melhor do que uma companheira de chapa que ainda trata a gestão pública como um “plano de negócio” e que admite precisar de aulas sobre o funcionamento do Estado.

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O episódio protagonizado pela empresária Elaine dos Pneus (PSD), durante reunião política na última quinta-feira (14), transcende a mera gafe de palanque. Ao confundir a nomenclatura das casas legislativas e criar a inexistente “Câmara da Assembleia”, Elaine demonstra um desconhecimento da terminologia institucional que é essencial e básico para quem almeja a vice-governadoria.

Elaine dos Pneus apresenta-se ao eleitorado como uma legítima neófita política. O termo, que designa aquele que acaba de ingressar em um sistema ou função, define com precisão a sua atual fase: uma iniciante que, embora dotada de êxito na iniciativa privada, ainda não domina os códigos da vida pública.

 Ao optar por uma candidata outsider que confunde instituições básicas, Braide não apenas traz o setor empresarial para o palanque; ele garante que não terá uma sombra. Diferente de um vice articulado e com base política própria — que poderia se tornar um polo de poder alternativo ou até um foco de rebelião interna —, Elaine entra no jogo devendo tudo ao “professor”. A inexperiência dela é o seguro de vida da centralização de Braide.

Um dos sinais mais claros dessa tática é o anúncio de que a vice-governadoria não terá sede na capital, mas sim em Imperatriz. Ao “guardar” Elaine na Região Tocantina, Braide mata dois coelhos com uma cajadada só: tenta acenar para o eleitorado do Sul do Estado e, simultaneamente, mantém a vice a 600 km de distância do núcleo de decisões de São Luís.

É o isolamento geográfico servindo ao isolamento político. Longe dos holofotes da capital e dos corredores do Palácio dos Leões, a vice torna-se uma figura decorativa de luxo, despachando em uma “embaixada” distante enquanto o titular mantém as rédeas de todo o governo.

MP investiga suspeita de favorecimento em seletivo para Agentes de Endemias

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A investigação apura possíveis irregularidades no processo seletivo da Prefeitura de Santa Inês, organizado pela empresa C & L Consultoria e Projetos. A denúncia aponta suposto favorecimento de duas candidatas ao cargo de Agente de Combate às Endemias, que teriam sido mantidas na disputa mesmo após perderem o prazo obrigatório de matrícula para o curso de formação.

De acordo com a Promotoria de Justiça, as candidatas realizaram a inscrição na segunda etapa do certame em 7 de outubro de 2025, um dia após o prazo final e improrrogável estabelecido pelo edital. A banca organizadora tentou justificar o atraso aceitando atestados médicos e aplicando leis que, segundo a promotora Larissa Sócrates de Bastos, só valem para quem já é servidor público ou empregado contratado, o que não era o caso das participantes naquele momento.

A permanência das duas candidatas é vista pelo Ministério Público como uma afronta direta aos princípios da isonomia e da vinculação ao edital, gerando um privilégio indevido frente aos demais concorrentes que cumpriram as regras. Como a prefeitura e a organizadora ainda não confirmaram o acatamento de recomendações anteriores para a exclusão das envolvidas, o órgão agora intensifica as buscas por provas para verificar se elas continuam no seletivo.

Caso as irregularidades sejam confirmadas e não corrigidas, o caso poderá resultar em uma ação civil pública na Justiça.

Fred Campos recua e sela acordo para retomada de estágios da Uniceuma

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O prefeito Fred Campos oficializou, na quinta-feira (14), a retomada do convênio de estágios entre a Prefeitura de Paço do Lumiar e a Universidade Ceuma. O entendimento põe fim a um impasse que ameaçava a formação de dezenas de acadêmicos e a prestação de serviços nas unidades de saúde do município.

A reunião que selou o novo acordo contou com a presença de representantes da instituição de ensino, do estudante de Medicina Ryan Xavier e de seus pais, servindo como o marco definitivo para encerrar a crise gerada por uma publicação desrespeitosa feita pelo acadêmico em suas redes sociais.

Logo após o episódio da postagem, a gestão municipal havia comunicado o distrato do convênio, o que gerou uma onda de críticas de setores da educação e de parte da população, que consideraram a punição institucional desproporcional para um erro de conduta individual.

O diálogo foi retomado após a Universidade Ceuma divulgar uma nota pública pedindo desculpas oficiais à comunidade luminense e garantindo que a conduta do estudante será rigorosamente apurada conforme o Regimento Institucional e as cláusulas do convênio firmado.

STF decide que Lei de Igualdade Salarial é constitucional e combate discriminação de gênero

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Por unanimidade, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) validou trechos da lei que institui igualdade salarial entre homens e mulheres que exerçam a mesma função. A decisão foi tomada na sessão desta quinta-feira (14), no julgamento de três ações sobre o tema.

A Lei 14.611/2023 obriga empresas com mais de 100 empregados a divulgar salários e critérios remuneratórios em relatórios de transparência a serem enviados ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), sob pena de multa. Uma vez constatada a desigualdade salarial, elas devem elaborar um plano de ação para mitigá-la, com metas e prazos.

Para o Tribunal, a norma efetiva comandos constitucionais de combate à discriminação de gênero e promoção da igualdade remuneratória.

Instrumentos

Em seu voto, o relator das ações, ministro Alexandre de Moraes, afirmou que a lei cumpre o objetivo de dar transparência a dados atualizados sobre a desigualdade de gênero no Brasil, além de enfrentar os fatores sociais estruturais que ocasionam essa distorção remuneratória. “Não é possível a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, um dos objetivos fundamentais da República, se houver discriminação de gênero”, disse.

Segundo o ministro, o relatório de transparência permite a fiscalização e a implementação da legislação social e trabalhista. Quanto ao plano de ação, ele afastou a alegação de ingerência indevida na empresa e destacou que o instrumento é compatível com a Convenção 100 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que estabelece o princípio da igualdade de remuneração entre mão de obra masculina e feminina por trabalho de igual valor.

O relator também afastou a interpretação de que a legislação prevê sanção pela mera identificação de desigualdade no relatório. Segundo destacou, a penalidade aplica-se apenas ao descumprimento da obrigação de divulgar os relatórios.

Igualação

Para a ministra Cármen Lúcia, a leitura que deve ser feita do princípio constitucional da igualdade é a de uma dinâmica de igualação, isto é, uma ação permanente do Estado e da sociedade em busca da efetiva igualdade, objetivo que a lei procura concretizar. Nesse sentido, ressaltou que, para além das diferenças salariais, as mulheres ainda enfrentam diversas outras formas de discriminação no ambiente de trabalho, como a dificuldade de promoção, estereótipos de gênero e distribuição desigual de tarefas.

Proteção de dados

Alguns ministros manifestaram preocupação em relação ao sigilo de informações. Para o ministro Cristiano Zanin, deve-se enfatizar a necessidade de que as informações divulgadas no relatório sejam anônimas, em observância à Lei Geral de Proteção de Dados.

Como forma de reforçar os mecanismos de proteção, o relator acolheu essa manifestação e propôs que as empresas não sejam responsabilizadas pela não apresentação dos relatórios caso alterações nas normas regulamentares da lei, como portarias e instruções normativas, possibilitem a identificação de dados protegidos.

A Corte ainda refutou a tese de que as diferenças salariais legítimas, previstas na Consolidação das Leis do Trabalho, foram desconsideradas pela lei.

Ações

A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7612 foi apresentada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo (CNC). A ADI 7631 é de autoria do Partido Novo. A Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 92 foi proposta pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), pela Confederação Nacional dos Metalúrgicos e pela Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias Têxtil, Couro, Calçados e Vestuário.

Trabalhadores da limpeza urbana cruzam os braços hoje em São Luís por aprovação do piso

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Os trabalhadores da limpeza urbana de São Luís paralisam as atividades nesta sexta-feira, 15, em adesão a um movimento nacional organizado por sindicatos e entidades da categoria em vários estados do país. A mobilização cobra a aprovação do Projeto de Lei 4146/2020, que tramita no Senado Federal e busca regulamentar a profissão de trabalhador essencial da limpeza urbana.

O texto do projeto prevê a criação de um piso salarial nacional de R$ 3.036 para garis, além de garantir direitos trabalhistas específicos, como jornada semanal de 40 horas, adicional de insalubridade de 40% e aposentadoria especial para a categoria.

Na capital maranhense, o movimento está sendo coordenado pelo Sindicato de Asseio e Conservação de São Luís (SEEAC). A concentração dos trabalhadores iniciou na base da empresa São Luís Engenharia Ambiental (SLEA).

De acordo com o sindicato, o presidente do SEEAC, Maxwell Bezerra, além de diretores da entidade, estarão no local para atender a imprensa e apresentar as reivindicações da categoria.

Braide tenta enganar com saldo de R$ 2,3 bi enquanto deixa rombo de R$ 1 bilhão em dívidas

Imagem gerada com IA

Embora o montante de R$ 2,3 bilhões soe impressionante, quase metade desse valor já nasce com “dono” e comprometido. Segundo apurações do Blog do Gilberto Leda junto a fornecedores do município, a gestão anterior teria deixado um rastro de mais de R$ 1 bilhão em dívidas relacionadas a contratos de prestação de serviços. Ao divulgar apenas o saldo bruto disponível, Braide ignorou os empenhos não pagos e os serviços já executados que aguardam liquidação.

Os empresários e prestadores de serviços relatam dificuldades severas para honrar compromissos trabalhistas, tributários e operacionais devido à falta de repasses. O cenário aponta para uma crise social iminente, uma vez que diversas empresas já reduziram equipes, interromperam investimentos básicos e admitem o risco real de fechar as portas e promover demissões em massa caso os pagamentos pendentes não sejam definidos.

Nesse cenário turbulento, a prefeita Esmênia Miranda assume o desafio de administrar uma situação financeira extremamente delicada. Enquanto Eduardo Braide tentou sair de cena sob a luz dos refletores de uma suposta eficiência fiscal, Esmênia terá que lidar com o buraco real deixado para trás. Entre os fornecedores, a expectativa agora recai sobre a nova gestão, com muitos apelando para que a sensibilidade e a capacidade técnica da prefeita sejam suficientes para resolver a questão e evitar o colapso das atividades que atendem a população de São Luís.

Ao divulgar uma suposta sobra bilionária em caixa enquanto omitia uma dívida de dez dígitos, o ex-prefeito criou uma narrativa artificial de eficiência administrativa. Na prática, transferiu à sua sucessora a obrigação de administrar cerca de R$ 2,3 bilhões em obras anunciadas para a capital, embora grande parte desse valor não represente investimento real, já que aproximadamente metade dos recursos deverá ser destinada ao pagamento de dívidas acumuladas pela própria gestão anterior.

Com isso, tenta-se construir a imagem de que o ex-prefeito foi um gestor eficiente, enquanto a atual administração corre o risco de ser vista como incompetente ao enfrentar limitações financeiras herdadas e um orçamento comprometido.

Casarões desabam no Centro Histórico de São Luís

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As fortes chuvas que castigaram São Luís recentemente deixaram um rastro de destruição e preocupação no coração do seu Centro Histórico. No início da noite de ontem, dois casarões localizados na Rua da Saúde não resistiram à força das intempéries e desabaram, espalhando destroços, telhas e madeiras por toda a via. Embora a cena tenha assustado moradores e transeuntes que circulavam pela região, felizmente não houve registro de feridos, resultando apenas em danos materiais significativos para o patrimônio da capital.

O incidente acendeu um alerta vermelho entre os residentes da área, que agora convivem com o medo constante de novos colapsos. O receio é fundamentado pelo estado visível de comprometimento estrutural de diversos outros imóveis vizinhos, uma vulnerabilidade que se torna ainda mais crítica durante o período chuvoso. A Defesa Civil já monitora de perto essa realidade e aponta que, dos 130 imóveis atualmente sob vigilância na região, 79 estão classificados em situação de risco crítico. O histórico da última década é alarmante, somando 36 desabamentos em uma área que ostenta o título de Patrimônio Mundial pela Unesco.

Diante do ocorrido, o Corpo de Bombeiros agiu rapidamente para isolar e sinalizar o local, identificando que ainda existem partes das edificações com risco iminente de desprendimento. O mapeamento estadual reforça que pelo menos 70 imóveis protegidos por instâncias estaduais e federais apresentam algum nível de precariedade. No entanto, as autoridades ressaltam que, por se tratarem majoritariamente de propriedades particulares, a responsabilidade legal pela manutenção preventiva e conservação das estruturas cabe exclusivamente aos seus proprietários.

Licitação de R$ 2,1 milhões em Porto Franco é alvo de denúncia no TCE-MA

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A Prefeitura de Porto Franco virou alvo de uma representação no Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA) que questiona a lisura do Pregão Eletrônico nº 006/2026. O certame, orçado em R$ 2.149.641,81, prevê a contratação de uma solução integrada de robótica educacional, incluindo kits, materiais pedagógicos e a montagem de salas maker para a rede municipal de ensino.

A denúncia, protocolada pela empresa Azevedo e Freitas Comércio e Serviços LTDA, sustenta que o edital apresenta irregularidades graves que restringem a competitividade. Segundo a peça jurídica, o termo de referência reproduz de forma literal especificações de um único fornecedor e utiliza obras didáticas específicas para moldar a contratação, o que caracterizaria direcionamento indevido.

A peça destaca ainda que a prefeitura optou por um lote único para itens de naturezas distintas — como livros, notebooks e mobiliário —, contrariando a regra do parcelamento do objeto. Essa estratégia, somada à proibição de consórcios e subcontratações, concentraria a disputa em empresas verticalizadas, impedindo a participação de fornecedores especializados e prejudicando a busca pelo preço mais vantajoso.

O próprio Mapa de Risco da licitação, elaborado pela gestão municipal, admite como “muito provável” a ocorrência de restrição à competitividade e nulidade do processo. Diante dos indícios, a representante pede a suspensão imediata do pregão, que está prevista para esta sexta-feira (15), a fim de que o edital seja retificado e a transparência preservada.

Prefeitura de São Luís “arrega” após pressão e cancela edital de shows sem cachê

Sede da Prefeitura de São Luís

A Prefeitura de São Luís suspendeu, nesta quinta-feira (14), o edital de credenciamento para apresentações artísticas no Mirante da Cidade após a forte repercussão negativa gerada pela proposta de shows sem pagamento de cachê.

O documento, elaborado pela Secretaria Municipal de Turismo (Setur), previa que músicos e bandas arcassem com os próprios custos de som, iluminação e transporte, sob a justificativa de contribuir para a difusão da cultura local.

A polêmica ganhou força após denúncias na imprensa e mobilização da classe artística, que apontaram a contradição entre a natureza institucional do evento e a ausência de remuneração profissional. Em resposta, a gestão de Saulo Santos afirmou que a suspensão considera as manifestações da sociedade civil e busca reavaliar o formato da ocupação do espaço.

O episódio coincide com a exoneração de quatro servidores da pasta pela prefeita Esmênia Miranda. Embora a Setur classifique as saídas como uma reorganização administrativa de rotina, as mudanças ocorrem no auge do desgaste político causado pelo edital, que agora segue sob revisão para uma possível readequação aos padrões de contratação pública.

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Maranhão tem a menor taxa de desemprego do Nordeste no primeiro trimestre, aponta IBGE

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O Maranhão alcançou a menor taxa de desemprego do Nordeste no primeiro trimestre de 2026, de acordo com levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estado registrou índice de desocupação de 6,9%, desempenho melhor que o dos demais estados nordestinos e abaixo da média da região, que ficou em 8,4%.

Conforme os dados divulgados, esta é a menor taxa de desocupação do Maranhão para um primeiro trimestre desde 2015. De acordo com o IBGE, o resultado representa o melhor desempenho dos últimos 11 anos para o período.

O governador Carlos Brandão destacou que o resultado consolida um cenário de recuperação do mercado de trabalho no estado. “Os dados confirmam que o Maranhão está avançando. Hoje temos a menor taxa de desemprego do Nordeste, o maior rendimento médio da nossa série histórica e mais recursos circulando na economia. Isso é reflexo de uma gestão que trabalha para gerar oportunidades, fortalecer a renda e melhorar a vida dos maranhenses”, pontuou Brandão.

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Inserção no mercado de trabalho

Os dados mostram, ainda, avanço na comparação com o mesmo período do ano passado. O número de pessoas desempregadas caiu 13% em relação ao primeiro trimestre de 2025, o que representa cerca de 29 mil maranhenses inseridos no mercado de trabalho.

Outro dado positivo apontado pelo IBGE é o crescimento do número de pessoas ocupadas em relação ao ano anterior. O Maranhão passou de 2,570 milhões para 2,657 milhões de trabalhadores ocupados, um aumento de 87 mil pessoas empregadas em 12 meses.

Segundo o subsecretário de Estado do Trabalho e Economia Solidária do Maranhão, Ricardo Gonçalves, os números refletem o avanço das ações desenvolvidas no estado. “O Maranhão segue avançando no fortalecimento do mercado de trabalho. O estado registrou a menor taxa de desemprego do Nordeste. Além disso, alcançamos a menor taxa de desocupação para um primeiro trimestre desde 2015, resultado que demonstra a capacidade de reação da nossa economia e os efeitos das políticas de incentivo ao emprego, qualificação profissional e fortalecimento da renda”, afirmou.

Setores ligados à informação, comunicação, atividades financeiras, imobiliárias e profissionais apresentaram crescimento na geração de empregos. O setor primário da economia também registrou saldo positivo no período.

Mesmo com o aumento da taxa de desocupação em relação ao último trimestre de 2025, movimento considerado comum no início de cada ano, o Maranhão manteve posição de destaque no Nordeste e apresentou indicadores melhores que os registrados historicamente para o período.