Pesquisa em São Luís aponta estagnação de Braide e Duarte; Wellington e Yglesio crescem

Eduardo Braide e Duarte Júnior

Nesta segunda-feira, 12 de agosto, uma nova pesquisa eleitoral lançou luz sobre as dinâmicas que moldam a corrida para a Prefeitura de São Luís. Este levantamento, realizado pelo Instituto Qualitativa, é o primeiro a capturar o cenário pós-convenções partidárias, que oficializaram os oito nomes que disputarão o comando da principal cidade do Maranhão. Contudo, além dos números revelados, a pesquisa oferece um vislumbre das forças e fraquezas que os candidatos precisarão enfrentar nos próximos meses.

Eduardo Braide (PSD), que até então figurava como favorito, parece ter atingido um platô com 31,1% das intenções de voto na pesquisa espontânea. Duarte Júnior (PSB), outro nome forte, também estaciona com 16%. Ambos, antes vistos como os líderes naturais da disputa, agora se deparam com o crescimento inesperado de Wellington do Curso (Novo) e Yglesio Moyses (PRTB), que registraram 5,4% e 4,4%, respectivamente.

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Na pesquisa espontânea, onde os eleitores não recebem uma lista de nomes para escolher, Eduardo Braide lidera com 31,1% das intenções de voto, seguido por Duarte Júnior com 16%. Wellington do Curso aparece com 5,4%, enquanto Yglesio Moyses soma 4,4%. Outros candidatos somam 1,7%, com Fábio Câmara (PDT) registrando 0,4%, Flávia Alves (SD) e Professor Franklin Douglas (PSOL) empatados com 0,1%. Um significativo 32,9% dos entrevistados não souberam ou não opinaram, e 7,9% afirmaram que votariam em branco ou nulo.

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A pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 31 de julho, com 900 eleitores de São Luís, e possui uma margem de erro de 3,27% para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo MA-08009/2024.

Entretanto, o estudo não leva em conta os recentes acontecimentos que podem impactar diretamente a percepção dos candidatos. A descoberta de um carro com R$1 milhão envolvendo a família do prefeito Eduardo Braide trouxe uma nova variável à equação. O incidente, sob investigação policial, pode alterar ou não o cenário político em São Luís.

Com informações do Blog do Diego Emir

 

 

Três secretários da gestão Braide são convocados a prestarem esclarecimentos na Câmara

Mesa Diretora da Câmara Municipal de São Luís na aprovação dos requerimentos

Três titulares de pastas municipais na gestão do prefeito Eduardo Braide, em São Luís, foram convidados a prestarem esclarecimentos na Câmara na próxima semana.

O vereador Raimundo Penha (PDT) solicitou via requerimento a presença do secretário de Trânsito e Transportes (SMTT), Diego Rodrigues, no próximo dia 13, para tratar sobre o setor de transporte público da capital e as questões relacionadas a greve de rodoviários.

Astro de Ogum (PCdoB) pediu a convocação de Ana Carolina Marques Mitri, Secretária Municipal de Saúde (Semus) e Umbelino Júnior (PSB) a de Márcio Andrade, Secretário de Assuntos Políticos.

Ambos deverão esclarecer dúvidas sobre a destinação de emendas parlamentares e contratações. A Semus, em especial, deve explicações sobre a dispensa da licitação 009/24 para contratação emergencial de serviços de nutrição e alimentação hospitalar.

Juíza ordena que PSD realize filiação retroativa da vice-prefeita de São Luís que deve seguir candidata a reeleição

Esmênia e Eduardo Braide

Em decisão assinada nesta quarta, 24,  a da 76ª Zona Eleitoral, Patrícia Marques Barbosa, seguiu um parecer do Ministério Público Eleitoral e atendeu o pedido da vice-prefeita de São Luís, Esmênia Miranda, ordenando que o PSD a inclua a na lista de filiados ao partido, com efeito retroativo a 15 de setembro de 2020.

Embora a gestora tenha sido diplomada como vice-prefeita da capital maranhense 2020, ela não estava filiada a nenhum partido, requisito constitucional para quem deseja concorrer a cargos eletivos.

A filiação de Esmênia deveria ter sido registrada após sua diplomação pelo Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, mas o PSD, partido pelo qual ela concorreu, não a registrou e dessa forma ela deveria ficar de fora das eleições de outubro próximo.

A defesa da vice-prefeita recorreu à Justiça Eleitoral alegando que o PSD foi negligente ao não filiar Esmênia desde o dia 17 de dezembro de 2020, data de sua diplomação, “quando passou automaticamente para a inatividade do serviço militar (TSE, Ac. n.º 19.984, de 20.9.2002, rel. Min. Ellen Gracie), e ao não observar a necessidade de sua filiação antes do dia 06.04.2024, por achar que ela já estava filiada desde 2020”.

A vice-prefeita de São Luís comprovou através de documentos que possui vínculo antigo com o partido.

“Não restaram quaisquer dúvidas de que a requerente cumpriu todas as determinações legais e conseguiu comprovar seu vínculo com o PSD, tendo sido tal situação corroborada pelo próprio partido e pelo Ministério Público, merecendo procedência o seu requerimento sem maiores digressões”, sentenciou a juíza.

A decisão faz com Esmênia possa seguir como candidata a vice na chapa de Eduardo Braide rumo a reeleição em outubro.

Pesquisa Datailha mostra que eleição em São Luís pode ser definida no 1º turno

Eduardo Braide e Duarte Júnior

Na segunda pesquisa realizada pelo Instituto Datailha em São Luís este ano, o prefeito de São Luís Eduardo Braide seria reeleito ainda no primeiro turno nas eleições municipais de outubro próximo.

No levantamento, onde foram entrevistados mil eleitores nos dias 17 e 18 de julho de 2024, o atual chefe do Executivo Municipal da capital alcançou, em um cenário estimulado, 50,6% das intenções de voto enquanto Duarte Jr. obteve 22,5%. Logo em seguida aparece Roseana com 11,4%, Wellington do Curso com 2,7%, Dr. Yglésio 1,5%, Fábio Câmara 1,0%, Flávia Alves 0,4% e Saulo Arcangeli 0,2%.

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A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo MA-05974/2024 e tem margem de erro de 3% e intervalo de confiança de 95%.

Confira os demais cenários:

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‘Juju e Cacaia tu és uma Benção’ capítulo II: Braide exonera Secretário de Cultura

Marcos Duailibe sendo abraçado por Braide e agora pelo jacaré…

Demorou mas após fortes críticas da mídia sobre a contratação milionária de uma escola chamada “Juju e Cacaia Tu és uma bênção” para realizar o projeto “Carnaval de São Luís 2024”, pelo valor ‘irrisório’ de R$ 6,9 milhões, o secretário municipal de Cultura de São Luís, Marcos Duailibe, foi exonerado.

Isso por que o prefeito Eduardo Braide, preferindo se eximir da culpa, exonerou primeiramente a chefe de gabinete Aulinda Ericeira e o analista jurídico Jean Martins da Secult. Ninguém entendeu por que o titular da pasta permanecia no cargo.

Pois bem. Não adiantou a Secult ter negado, por meio de nota pública ter feito qualquer pagamento ao ‘Instituto de Educação Juju e Cacaia tu és uma Benção’.

Segundo o registro na Receita Federal, a principal atividade econômica da instituição de ensino é a educação infantil. A entidade também tem outras 17 atividades secundárias registradas, mas nenhuma tem relação com os requisitos do edital.

O Termo de Cooperação entre a Secult e o instituto – escola que funciona na Cidade Olímpica – foi publicado no Diário Oficial do Município (DOM) na última sexta-feira, 26, mas foi cancelado no mesmo dia, após a intervenção da Controladoria-Geral do Município (CGM), que recomendou a suspensão e a revisão dos atos referentes à Chamada Pública n.º 13/2023 – Processo Administrativo nº 33.728/2023.

A Secult afirmou que acatou a recomendação da CGM e que não emitiu a nota de empenho em favor da entidade, que seria o documento que autorizaria o pagamento.

Depois das polêmicas, Marcos Duailibe caiu e quem assume interinamente a Secult é o Maurício Itapary, sub-prefeito do Centro Histórico.

A exoneração foi publicada em uma edição extra do Diário Oficial.

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Após polêmica, Braide reabre licitação para escolher organizadora do Carnaval 2024

Eduardo Braide

Após a anulação do contrato com o Instituto de Educação Juju e Cacaia “Tu és uma bênção”, o prefeito anunciou a renovação do processo de seleção público n.º 13/2023 para a organização do Carnaval deste ano, uma festa que, curiosamente, já começou desde o dia 20. O mais intrigante dessa história? A contratação para a grande festa continua em andamento!

O anúncio vem na esteira da polêmica contratação da pré-escola localizada no bairro Cidade Olímpica por $ 6,9 milhões. Segundo o registro na Receita Federal, a principal atividade econômica da instituição de ensino é a educação infantil. A entidade também tem outras 17 atividades secundárias registradas, mas nenhuma tem relação com os requisitos do edital.

O caso repercutiu na imprensa local e nacional, e levou à exoneração de dois servidores da Secretaria Municipal de Cultura. O prefeito Eduardo Braide não se pronunciou sobre o assunto.

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Pra se livrar da culpa, Braide exonera chefe de gabinete e analista jurídico da Secult

Prefeito Eduardo Braide

O ‘jacaré está de boca e braços abertos’ na Secretaria Municipal de Cultura de São Luís e já abraçou dois nomeados da Casa.

Após a Secult ter negado, por meio de nota pública ter feito qualquer desembolso ao ‘Instituto de Educação Juju e Cacaia tu és uma Benção’ no valor de R$ 6,9 milhões, o prefeito Eduardo Braide tenta se livrar da culpa e determinou que fossem exonerados da secretaria a chefe de gabinete Aulinda Ericeira e o analista jurídico Jean Martins.

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O Termo de Cooperação entre a Secult e o instituto, que funciona na Cidade Olímpica e foi selecionado para organizar o Carnaval 2024 na capital , foi publicado no Diário Oficial do Município (DOM) na última sexta-feira, 26, mas foi cancelado no mesmo dia, após a intervenção da Controladoria-Geral do Município (CGM), que recomendou a suspensão e a revisão dos atos referentes à Chamada Pública n.º 13/2023 – Processo Administrativo nº 33.728/2023.

A Secult afirmou que acatou a recomendação da CGM e que não emitiu a nota de empenho em favor da entidade, que seria o documento que autorizaria o pagamento.

A contratação do ‘Instituto de Educação Juju e Cacaia tu és uma Benção’ gerou polêmica, questionamentos e agora exonerações.

MP investiga contrato milionário de iluminação pública da gestão Braide

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Em agosto de 2023, a Prefeitura de São Luís assinou um contrato emergencial de R$ 13,1 milhões com a empresa F. M. Rodrigues & Cia LTDA para administrar o Parque de Iluminação Pública da cidade. Mas o contrato pode ter indícios de improbidade, segundo uma denúncia apresentada ao Ministério Público do Maranhão.

A 33ª Promotoria de Justiça Especializada na Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa abriu uma investigação para apurar se houve superfaturamento, favorecimento ou outras ilegalidades na contratação da empresa, que foi feita com dispensa de licitação.

O procedimento tem o prazo de 90 dias para ser concluído, podendo ser prorrogado por igual período. Nesse tempo, o promotor poderá requisitar documentos, informações, depoimentos, perícias e outras diligências que sejam necessárias para esclarecer o caso.

O resultado dessa investigação pode trazer à luz os bastidores de um negócio que envolve milhões de reais e o serviço público essencial de iluminação na gestão do prefeito Eduardo Braide.

Abre o olho Braide! Prefeito que não emendas impositivas pode ser afastado

Prefeito Eduardo Braide

Com a incorporação das emendas impositivas ao orçamento público, o chefe do Poder Executivo é OBRIGADO a cumprir o Exercício Fiscal, deste modo, os vereadores passaram a ter poder de decidir onde uma parcela dos recursos públicos devem ser aplicados, cabendo ao prefeito investir no objeto definido pela emenda parlamentar, ou seja, ainda que o chefe do Poder Executivo possa tentar justificar, em razão de questões técnicas, a não aplicação dos recursos da emenda individual impositiva, a regra é a obrigação de fazer o “pagamento” das emendas.

Em alguns municípios, o que se observa é que as emendas impositivas não são cumpridas e o prefeito não cumpre o definido na emenda individual, apresentando justificativas desviadas. Em função disso, o parlamentar não ver suas emendas concretizada e mesmo assim, o gestor, em boa parte destes municípios, até por falta de conhecimento, não sofre qualquer consequência.

Cabe à Câmara Municipal obrigar o prefeito a cumprir as emendas impositivas. E se mesmo assim não for cumprida, por se tratar de matéria orçamentária aprovada pelo Poder Legislativo e de EXECUÇÃO OBRIGATÓRIA, pode-se enquadrar a inexecução das emendas impositivas como uma infração político-administrativa do prefeito, nos termos do Decreto-Lei nº 201/1967. Segundo esta norma, constitui infração administrativa do prefeito municipal sujeita ao julgamento pela Câmara dos Vereadores e sancionadas com a cassação do mandato: por descumprir o orçamento aprovado para o exercício financeiro (art. 4º, VI).

Portanto, o descumprimento de execução das emendas parlamentares individuais impositivas pelo prefeito enseja a ABERTURA DE PROCEDIMENTO pela Câmara Municipal, para apurar INFRAÇÃO POLÍTICO-ADMINISTRATIVA por parte do Prefeito, culminando com a CASSAÇÃO DO MANDATO, por descumprimento do orçamento aprovado pela Câmara de Vereadores.

EM TEMPO: a pedra está lançada…

Observatório da Blogosfera

IPPI revela cenário eleitoral para 2024 em São Luís: Braide lidera, mas enfrenta desafios

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O Instituto de Pesquisa IPPI, divulgou hoje (12) os resultados de um levantamento eleitoral realizado entre os dias 6 e 9 de dezembro de 2023, visando as eleições municipais de 2024 em São Luís. A pesquisa contou com a participação de 793 entrevistados, apresentando uma margem de erro de 3,5% e um nível de confiança de 95%.

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O atual prefeito, Eduardo Braide, figura como líder nas intenções de voto, obtendo 30,05% da preferência dos entrevistados. Em segundo lugar, está Duarte Jr., com 22,33%, seguido por Dr. Yglésio com 11,66%. Neto Evangelista aparece com 8,34%, enquanto Wellington do Curso conquista 6,63% das intenções de voto. Edivaldo Holanda Junior obteve 6,32%, Fábio Câmara com 1,82%, e 5,95% dos entrevistados declararam votar em nenhum dos candidatos. Aqueles que não sabem ou não opinam somam 6,9%.

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Eduardo Braide, apesar de liderar nas intenções de voto, enfrenta uma rejeição de 11,05%. Duarte Jr. possui uma rejeição menor, de 7,95%, enquanto Dr. Yglésio e Neto Evangelista enfrentam rejeições de 9,45% e 8,25%, respectivamente. Fábio Câmara, por sua vez, apresenta uma rejeição de 4,05%, e Wellington do Curso enfrenta uma taxa mais elevada, atingindo 13,45%. Edivaldo Holanda Jr. lidera a rejeição, com 22,38%.

Um dado interessante é que 7,55% dos entrevistados não rejeitam nenhum candidato, enquanto 4,35% rejeitam todos. Por fim, 11,52% não souberam ou não opinaram sobre a rejeição.

O levantamento do IPPI mostra um cenário eleitoral dinâmico, com Eduardo Braide à frente, mas enfrentando desafios significativos, principalmente em relação à rejeição. As próximas etapas da campanha eleitoral serão cruciais para que os candidatos consolidem ou modifiquem suas posições, pois uma parte considerável do eleitorado ainda se encontra indecisa ou propensa a mudanças.