
As últimas notícias de que o PMDB estaria enfraquecido e isolado no cenário político maranhense fez com que o ex-super poderoso secretário de Saúde, Ricardo Murad, decidisse se comportar como uma opção da legenda para a sucessão em 2016.
Ricardão, em lançamento de uma revista que mostra as ações deles quando comandava a saúde, disse que não está fora do jogo e que o trabalho que fez será reconhecido pela população.
“Não estamos fora do jogo. Muito pelo contrário. Quem fez o trabalho que nós fizemos não pode sair do jogo. A voz do povo pede resultados”, afirmou Murad.
O problema é que ele deverá encontrar primeiro resistência interna ao seu nome. Maioria do PMDB não concorda com as posturas adotadas pelo ex-secretário. Sem papas na língua, Ricardo Murad não costuma esperar cenários para fazer os análises e destilar suas críticas aos adversários e também aliados.
Já fora do PMDB, Murad não é um político que tem uma imagem boa perante o eleitorado de São Luís. Ele quando era secretário Metropolitano, na gestão de Zé Reinaldo antes do rompimento com a família Sarney, Ricardo Murad se arriscou a disputar o mandato nas urnas em São Luís e não teve nem 10% dos votos.
Mesmo assim, pelas palavras do ex-secretário, as chances dele se destacar ano que vem são reais.





Por muito pouco, no aniversário da cidade de Miranda do Norte não ocorre uma grande tragédia. O palco, que estava sendo montado para receber a atração principal da festa de comemoração, a banda Aviões do Forró, desabou com a chuva que caiu no município.
A Secretaria de Educação da Prefeitura de Santa Inês divulgou no último dia 12, o Edital de Processo Seletivo Simplificado para contratação por tempo determinado de profissionais para a Educação.
O governador Flávio Dino (PC do B) vai entrar hoje no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma ação para fazer com que o STF regule dispositivo constitucional que prevê a criação de um imposto sobre grandes fortunas. Por meio de seu perfil em uma rede social, o governador afirmou há pouco que “fortunas acima de R$ 4 milhões devem contribuir um pouco mais para o financiamento de políticas públicas”.
