Instituto é punido pelo TRE-MA após irregularidade em pesquisa que favorecia Braide

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O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) condenou o instituto IPPI Pesquisas e Consultoria Ltda. ao pagamento de multa de R$ 53.205,00 por irregularidades no registro de uma pesquisa eleitoral de intenção de voto divulgada durante o período pré-eleitoral.

A decisão é da juíza auxiliar Manuella Viana dos Santos Faria Ribeiro, que concluiu que o instituto deixou de cumprir uma exigência obrigatória prevista nas normas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), comprometendo a regularidade do levantamento.

A ação foi proposta pela Federação Renovação Solidária (PRD/Solidariedade), que questionou a pesquisa registrada sob o número MA-03193/2026. Entre os argumentos apresentados estavam supostas falhas na metodologia e a ausência da documentação do estatístico responsável.

Ao julgar o caso, a magistrada rejeitou as alegações sobre a metodologia, entendendo que as informações técnicas disponibilizadas atendiam aos requisitos mínimos de publicidade. No entanto, considerou procedente a denúncia sobre a falta da declaração de vínculo do estatístico, documento obrigatório para o registro da pesquisa.

Na sentença, a juíza destacou que a ausência desse documento impede o controle adequado pela Justiça Eleitoral, fazendo com que a pesquisa seja considerada, para fins legais, como não registrada.

A pesquisa foi contratada pela empresa Café Quente Produções Ltda. e apontava o pré-candidato do PSD ao Governo do Maranhão, Eduardo Braide, na liderança da disputa, com 56,1% dos votos válidos. O levantamento teve ampla repercussão após ser divulgado nas redes sociais do próprio pré-candidato.

A multa aplicada, de R$ 53.205,00, corresponde ao valor mínimo previsto na legislação eleitoral para casos de divulgação irregular de pesquisas. A decisão foi proferida em primeira instância e ainda cabe recurso.

Lula nomeia Anna Graziella Neiva como juíza titular do TRE-MA

Advogada Anna Graziella Neiva

As novas gerações de advogados maranhenses têm um motivo a mais para celebrar os reconhecimentos antes restritos aos juristas mais antigos na carreira. A advogada Anna Graziella Neiva acaba de ser nomeada pela caneta presidencial como juíza titular do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Maranhão (TRE-MA).

Em 2021, Anna Graziella venceu a disputa e foi nomeada juíza da Corte Eleitoral maranhense. Em 2026, o talento e a excelência técnica reconduziram a advogada que, nos últimos anos, foi condecorada com a Medalha Ministro Arthur Quadros Colares Moreira e a Medalha do Mérito Legislativo Manuel Beckman, ambas pela destacada atuação no sistema de justiça.

Luciana Sarney, sócia no escritório AG Neiva Advocacia, escritório que vem se notabilizando pelos resultados expressivas nas áreas de Direito Público e Direito Eleitoral – também foi escolhida na lista tríplice definida pelo TRE-MA para o cargo de cargo de juíza substituta.

“Atuar na Justiça Eleitoral é assumir um compromisso direto com a Democracia. A responsabilidade é proporcional à confiança recebida e à importância da missão institucional. É um dever cívico que exige independência, técnica e profundo respeito ao processo eleitoral”, declara Anna Graziella.

Com a nomeação, Anna Graziella Neiva passa a ocupar uma das vagas destinadas à advocacia no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, em um momento de especial relevância para o calendário político e jurídico nacional.

TRE-MA promove audiência em Imperatriz e prepara encontro em São Luís sobre as eleições

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O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) realizará, na próxima quinta-feira (2), às 9h, uma audiência pública em Imperatriz para apresentar e esclarecer as principais mudanças e procedimentos relacionados às eleições de 2026.

O encontro acontecerá no Salão do Júri do Fórum de Justiça Comum de Imperatriz, localizado na Avenida Perimetral José Felipe do Nascimento, Quadra 17B, no Residencial Kubitschek, e será aberto ao público.

A iniciativa é voltada especialmente para representantes de partidos políticos, advogados, contadores, defensores públicos, promotores de Justiça, membros de entidades de classe, lideranças políticas e profissionais da imprensa, mas qualquer cidadão interessado poderá participar.

Entre os temas que serão debatidos estão as alterações nas regras de prestação de contas eleitorais, o novo sistema de registro de candidaturas, as normas sobre propaganda eleitoral e o funcionamento do sistema eletrônico de votação, além do esclarecimento de dúvidas dos participantes.

Imperatriz, segunda maior cidade do Maranhão, abriga atualmente as 33ª e 65ª Zonas Eleitorais e será a primeira cidade do interior a receber a audiência pública. A programação terá continuidade em Caxias, no dia 4 de agosto, das 8h30 às 12h30, no Auditório do Fórum Desembargador Artur Almada Lima. Em São Luís, a data do evento ainda será definida.

As audiências públicas serão conduzidas pela presidente do TRE-MA, desembargadora Francisca Galiza, pelo corregedor eleitoral Sebastião Bonfim e pelos juízes eleitorais responsáveis por cada município sede.

TRE julga na segunda (15) recursos contra cassação do Podemos; MP defende execução imediata

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O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) marcou para a próxima segunda-feira (15), às 15h, o julgamento dos embargos de declaração apresentados pelo Podemos e pelos vereadores Fábio Macedo Filho, Raimundo Júnior e Wendell Martins. Eles contestam a cassação da chapa do partido por fraude à cota de gênero. A informação foi divulgada pelo Blog do Isaías Rocha.

O caso foi escalado como o primeiro item da pauta da sessão física. Os recursos buscam corrigir omissões ou contradições no acórdão que determinou a perda dos mandatos.

Parecer do Ministério Público

O Ministério Público Eleitoral, em parecer do procurador Tiago de Sousa Carneiro, manifestou-se contra os recursos dos vereadores e defendeu a rejeição dos embargos.

Além disso, o MP deu parecer favorável ao pedido do suplente Eduardo Andrade — que está no exercício do cargo — para que o Juízo da 1ª Zona Eleitoral de São Luís seja oficiado imediatamente. O objetivo é cumprir a decisão do tribunal sem demora, realizando a retotalização dos votos e o recálculo dos quocientes eleitorais.

TRE-MA pune Braide e prefeito por ‘comício’ em Paulino Neves

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O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) concedeu liminar determinando que o pré-candidato ao Governo, Eduardo Braide (PSD), apague em até 24 horas uma publicação no Instagram sobre um evento realizado em Paulino Neves no dia 22 de maio.

A decisão do desembargador Sebastião Joaquim Lima Bonfim atende a uma representação do MDB, que acusou Braide e o prefeito do município, Raimundo Lídio, de promoverem propaganda eleitoral antecipada ilegal.

Ao analisar o caso, o magistrado identificou que o ato em praça pública teve estrutura análoga a um comício, com palco e som, o que é vedado no período de pré-campanha. O relator destacou que as falas de Lídio chamando Braide de “nosso próximo governador” e o discurso do próprio ex-prefeito de São Luís citando compromissos “enquanto governador” funcionaram como “palavras mágicas” para embutir um pedido explícito de voto.

Braide e o prefeito estão proibidos de repetir a conduta sob pena de multa de R$ 1 mil e possuem dois dias para apresentar defesa antes do envio do caso à Procuradoria Regional Eleitoral.

Prazo final: eleitores têm até hoje (6) para tirar ou regularizar o título

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Cidadãs e cidadãos têm até esta quarta-feira (6) para tirar o primeiro título de eleitor ou regularizar eventuais pendências junto à Justiça Eleitoral. Isso porque, a partir desta quinta-feira (7), o cadastro eleitoral será fechado para a organização das Eleições de 2026. Quem não requerer o título ou não regularizar a situação dentro do prazo ficará impedido de votar no dia 4 de outubro.

O encerramento do cadastro vale para serviços como alistamento eleitoral, que inclui a emissão de título, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização da situação eleitoral, como multas não quitadas. Após o fechamento, esses serviços ficarão suspensos em todas as unidades da Justiça Eleitoral, bem como no atendimento on-line.

De acordo com o artigo 91 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), nenhum requerimento de inscrição ou transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição. Por esse motivo, o cadastro eleitoral permanecerá fechado a partir de 7 de maio e somente será reaberto no dia 3 de novembro de 2026.

Quem deve regularizar

Devem ficar especialmente atentos ao prazo os jovens que votarão pela primeira vez, eleitoras e eleitores que mudaram de cidade e precisam transferir o título, pessoas com o título cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e aquelas que precisam atualizar informações cadastrais.

O prazo também se aplica a presas e presos provisórios, bem como a adolescentes em unidades de internação, que devem regularizar a situação eleitoral na unidade da federação onde se encontram para garantir o direito ao voto.

Quem está apto a tirar o título?

O alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para cidadãs e cidadãos a partir dos 18 anos e facultativos aos jovens de 16 e 17 anos, às pessoas analfabetas e aos maiores de 70 anos.

O alistamento eleitoral é permitido aos adolescentes de 15 anos. Porém, esse jovem somente poderá votar nas eleições deste ano se tiver completado 16 anos até o dia 4 de outubro.

Consequências para quem perder o prazo

Além de não votar em outubro, as pessoas que não regularizarem a situação eleitoral podem sofrer restrições administrativas, como obter passaporte, tomar posse em cargo público ou efetuar matrícula em instituição pública de ensino.

Paulo Velten encerra gestão no TRE-MA e entrega relatório de transição à Francisca Galiza

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Nesta sexta-feira (24) o desembargador Paulo Velten participou de sua última sessão à frente da presidência do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, uma vez que seu período de 2 anos na Corte encerrará dia 29 de abril, quando a desembargadora Francisca Galiza assumirá o cargo.

Durante a sessão, o desembargador Paulo Velten entregou à desembargadora Francisca Galiza o Relatório de Transição da sua gestão, documento destinado a assegurar a continuidade administrativa, fortalecer a governança institucional e conferir transparência aos atos praticados pela administração.

O Relatório reúne informações essenciais acerca da situação administrativa, orçamentária e operacional do TRE-MA, contemplando, entre outros aspectos, dados relativos ao planejamento estratégico, estatística processual, atividades das comissões institucionais, proposta orçamentária, estrutura organizacional, quadro de pessoal, cargos em comissão e funções comissionadas, relação de contratos vigentes e respectivos prazos de execução, bem como a situação das contas perante o Tribunal de Contas da União. 

Para o desembargador Paulo Velten, “ao apresentar este Relatório de Transição, a presidência reafirma o compromisso permanente com os princípios da transparência, da responsabilidade administrativa e da continuidade das políticas institucionais, oferecendo à gestão que se inicia um panorama claro da realidade administrativa do Tribunal, apto a subsidiar a tomada de decisões e o planejamento das ações futuras”. 

Na mesma oportunidade, a desembargadora Francisca Galiza também entregou o Relatório de Gestão da Corregedoria referente ao período de fevereiro de 2025 a abril de 2026, que está organizado em seções temáticas que percorrem a totalidade das competências da unidade, desde a função correicional e a prestação jurisdicional até os projetos estratégicos, a integridade do cadastro eleitoral, a representação institucional e o planejamento para o pleito de 2026, oferecendo uma visão abrangente e fundamentada em dados. 

Ao destacar os resultados alcançados, a magistrada enfatizou o trabalho coletivo de sua equipe: “os resultados apresentados neste relatório são fruto do esforço coletivo de uma equipe dedicada e tecnicamente qualificada”. 

A próxima sessão do TRE será solene, marcada para o dia 29 de abril, às 16h30, em que a desembargadora Francisca Galiza tomará posse como presidenta e o desembargador Sebastião Bonfim como membro efetivo e corregedor regional eleitoral.

 

Raimundo Jr. vai recorrer ao TSE após anulação de votos pelo TRE-MA

Vereador Raimundo Júnior

Em nota, a assessoria jurídica do parlamentar afirma que o próprio julgamento reconheceu atos de campanha da candidata citada, o que afastaria a tese de “candidatura laranja”.

O vereador Raimundo Júnior declarou que irá recorrer da decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), que, em sessão realizada na noite de quinta-feira (9), cassou a chapa de vereadores do Podemos nas eleições municipais de 2024 por fraude à cota de gênero.

Com a decisão, perderam os mandatos os vereadores Raimundo Júnior, Fábio Macedo Filho e Wendell Martins, todos eleitos pela legenda. A ação que resultou na cassação foi movida por suplentes do PL e Republicanos, e o julgamento no TRE-MA ocorreu de forma unânime.

A assessoria jurídica do parlamentar, representada pelo advogado Dr. Danilo Mohana, informou que já está adotando as medidas cabíveis e irá interpor recurso para tentar reverter a decisão. Segundo a defesa, o acórdão deve ser reformado, com o objetivo de restabelecer o entendimento anterior.

O Pleno do TRE-MA reformou uma decisão de primeira instância para reconhecer a configuração de candidatura fictícia relacionada à candidata Brenda. Com esse entendimento, a Corte determinou a anulação de todos os votos recebidos pelo DRAP (Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários) do partido Podemos.

Confira a nota na íntegra:

“A Assessoria Jurídica do Vereador Raimundo Junior, por meio de seu advogado constituído, Dr. Danilo Mohana, esclarece que no dia 9 de abril, o TRE-MA reformou a decisão do juízo de base para reconhecer a configuração de candidatura fictícia atribuída a Brenda, determinando a anulação dos votos do DRAP (Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários) do Podemos.

A defesa do Parlamentar Raimundo Júnior respeita as decisões judiciais, como não poderia deixar de ser. Contudo, registra que, no próprio julgamento, restou reconhecida a existência de atos de campanha política praticados pela candidata, circunstância que, no entendimento da defesa, afasta a caracterização de candidatura laranja nos termos em que foi decidido.

Por essa razão, a defesa entende que o acórdão merece reforma e interporá o recurso cabível, com o objetivo de restabelecer a decisão proferida pelo juízo de base.

O vereador Raimundo Junior recebeu a decisão com serenidade e equilíbrio, confiando na justiça dos homens, mas, principalmente na de Deus.

ASSESSORIA JURÍDICA DO GABINETE DO VEREADOR RAIMUNDO JR.

TRE-MA decide nesta quinta (26) se haverá nova eleição em Nova Olinda do Maranhão

TRE-MA

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) vai julgar nesta quinta-feira (26) se mantém ou derruba a cassação do prefeito Ary Menezes e do vice Ronildo Costa de Carvalho, de Nova Olinda do Maranhão.

A decisão de primeira instância considerou comprovada a compra de votos e abuso de poder econômico nas eleições de 2024, quando Ary venceu por apenas dois votos contra a candidata Thaymara Amorim. A condenação inclui multa de R$ 25 mil para cada e inelegibilidade por oito anos.

Em dezembro de 2024, Ary Menezes e Ronildo da Farmácia foram presos na Operação Cangaço Eleitoral, da Polícia Federal, que investigou desvio de recursos públicos para financiar a compra de votos. Em novembro de 2025, o Ministério Público Eleitoral abriu nova ação contra a chapa pelo uso de deepfake simulando apoio do presidente Lula à campanha de 2024.

O Ministério Público Eleitoral pediu ao TRE-MA que confirme a cassação, apontando que as provas são robustas e indicam um esquema que envolveu repasses de dinheiro, entrega de materiais de construção com uso de bens da prefeitura e ameaças a eleitores que deixaram de cumprir acordos de voto.

Se a cassação for mantida, o presidente da Câmara Municipal assumirá interinamente a prefeitura até a realização de novas eleições.

Prefeito de Lago Verde segue sub judice após novo impasse no TRE-MA

Prefeito Alex Almeida

O prefeito eleito de Lago Verde, Alex Almeida (PP), segue sub judice após o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) não concluir, na quarta-feira (21), o julgamento do recurso que questiona o deferimento de seu registro de candidatura. A sessão marcou a retomada dos trabalhos da Corte em 2026, mas terminou sem decisão sobre o caso.

O recurso é contra decisão da Justiça Eleitoral de primeira instância que autorizou a candidatura de Alex Almeida, apesar da impugnação apresentada pelo Ministério Público Eleitoral. O MP sustenta que o prefeito possui condenação por improbidade administrativa no Tribunal de Contas do Estado (TCE), o que pode caracterizar inelegibilidade nos termos da Lei da Ficha Limpa.

A condenação está relacionada a um contrato firmado em 2013 pela Prefeitura de Lago Verde, quando uma empresa foi contratada para aluguel de veículos sem possuir frota. Os pagamentos, realizados com recursos da Educação, resultaram em prejuízo ao erário, conforme apontado pelo TCE, que também identificou Alex Almeida como ordenador de despesas à época.

Mesmo com o histórico, o prefeito disputou e venceu a eleição amparado por decisões liminares, permanecendo com a situação jurídica indefinida. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) chegou a determinar que o TRE analisasse o caso observando corretamente as regras aplicáveis às condenações em Tribunais de Contas e à Lei da Ficha Limpa, mas o julgamento voltou a ser interrompido.

Na sessão desta semana, o relator do processo, juiz Marcelo Oka, votou pelo deferimento do registro de candidatura. Em seguida, os juízes Rodrigo Maia e Valderson de Lima pediram vista dos autos, adiando novamente a conclusão do julgamento. Maia indicou que pode apresentar seu voto na próxima sessão, enquanto Valderson não fixou prazo.

Durante o debate, o presidente do TRE, desembargador Paulo Velten, destacou que a decisão do TCE aponta Alex Almeida como ordenador de despesas e responsável pela contratação irregular. Ainda assim, o julgamento acabou deslocado para questionamentos sobre dolo e responsabilidade, pontos já enfrentados pelo Tribunal de Contas.

Com isso, o Tribunal chegou a uma condução que evitou o enfrentamento direto do mérito central do recurso, prolongando o impasse e mantendo o prefeito de Lago Verde sub judice.