Ex-prefeito João Castelo é condenado a prestar serviços comunitários

Pena alternativa a detenção foi aplicada pela 7ª Vara Criminal de São Luís. Ex-gestor foi condenado por deixar de pagar salários de funcionários em 2012.
Pena alternativa a detenção foi aplicada pela 7ª Vara Criminal de São Luís.
Ex-gestor foi condenado por deixar de pagar salários de funcionários em 2012.

O ex-prefeito de São Luís João Castelo (PSDB) foi condenado pela 7ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) a dois anos e três meses de prestação de serviço à comunidade ou a uma entidade pública por deixar de pagar os salários do funcionalismo público municipal em dezembro de 2012. A informação foi divulgada pela assessoria do Ministério Público do Maranhão (MP-MA) nesta sexta-feira (28).

A condenação é resultado de ação civil pública ajuizada pelo MP-MA em maio deste ano. De acordo com órgão, foram aplicadas as penalidades previstas em dois artigos do Decreto-Lei 201/67, que trata da responsabilidade de prefeitos e vereadores. A pena inicial era de dois anos e três meses de detenção, mas foi convertida em prestação de serviços. O ex-gestor, que foi eleito deputado estadual nas eleições deste ano, tem o direito de recorrer em liberdade.

Inquérito Civil n° 01/2013 do MP-MA apurou a falta de pagamento do funcionalismo municipal de São Luís em dezembro de 2012. Ficou constatado que Castelo deixou de enviar ao Banco do Brasil (responsável pela administração da folha de pagamento do Município) a ordem de pagamento dos salários dos servidores no mês de dezembro de 2012, configurando ato de improbidade administrativa, feito por meio de ação, com pedido de indisponibilidade de bens. Também foi ajuizada denúncia criminal contra João Castelo.

Segundo o MP-MA, Castelo também teria determinou a utilização de R$ 36 milhões da reserva financeira da Prefeitura de São Luís para o pagamento a fornecedores. A comissão de promotores observou que a liquidação dos pagamentos se deu em apenas cinco dias (de 27 a 31 de dezembro), tempo que seria menor que o usual.

“Nesse caso, foi o denunciado (João Castelo Ribeiro Gonçalves), na época mandatário maior do Município e vindo de uma derrota nas urnas quem tomou a decisão de livre e conscientemente deixar de pagar os salários para privilegiar pagamento de outras obrigações refratárias, inclusive com o objetivo de causar dificuldades à nova administração, o que de fato ocorreu, já que os valores tiveram de ser pagos de forma parcelada. Portanto, é claro o dolo em sua conduta”, concluiu o MP-MA.

No dia do Black Friday empresas tem até hoje para pagamento da 1ª parcela do 13º

decimo-terceiroTermina nesta sexta-feira (28) o prazo para que as empresas paguem aos seus funcionários o adiantamento da primeira parcela do 13º salário. A segunda parcela, por sua vez, precisa ser depositada na conta dos trabalhadores até o dia 19 de dezembro, prevê a legislação. Aqueles que pediram o adiantamento do 13º nas férias, contudo, não recebem a primeira parcela agora (pois já receberam), apenas a segunda. A primeira parte representa metade do salário que o funcionário ganha.

O pagamento do 13º salário é feito com base no salário de dezembro, exceto no caso de empregados que recebem salários variáveis, por meio de comissões ou percentagens – nesse caso, o 13º deve perfazer a média anual de salários. Cabe ao empregador a decisão de pagar em uma ou duas parcelas. No caso de ser apenas em uma única vez, o pagamento deve ter sido feito até esta sexta.

O Imposto de Renda e o desconto do INSS incidem sobre o 13º salário. Os descontos ocorrem sobre o valor integral do 13º salário na segunda parcela. O FGTS é devido tanto na primeira como na segunda parcela.

O pagamento do 13° salário deve injetar R$ 158 bilhões na economia, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O número de pessoas com direito ao benefício soma 84,7 milhões, dos quais 61,4% são empregados formais (52 milhões de pessoas) e 38,6% (32,7 milhões) são aposentados ou pensionistas da Previdência Social.

Fonte: G1

TRE deverá confirmar cassação da prefeita de Itinga Vete Botelho

10665958_828534183843962_1427186853606302879_nÉ questão de tempo para o TRE confirmar a cassação da prefeita da cidade de Itinga Luzivete Botelho da Silva a Vete Botelho.

Já em pauta para a próxima semana na sessão do Pleno do TRE, o julgamento do embargo protocolado pelos advogados de defesa da prefeita, mas será apenas uma espécie de último suspiro na tentativa de salvar seu mandado.

Vete já tentou de todas as forma$$ uma saída vitoriosa para seu caso, mas para onde ele corre só tem encontrado obstáculo$ e mais obstáculo$.

A prefeita já acionou seus advogados para começarem a se preparar para os recursos que existirão somente no TSE.

Agora sem o INCRA na mão, o “amado protetor” da prefeita e agora deputado estadual Zé Inácio terá que andar alguns hectare$ pelas bandas de Brasília, para ver se consegue algum assentamento para sua protegida.

IMAGEM DO DIA: O primeiro grande encontro

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O Governador, os secretários, os prefeitos e os deputados

Ex-prefeito de Santa Inês Roberth Bringel dá calote no Ministério do Trabalho

Roberth Bringel
Roberth Bringel

E segue a enxurrada de denúncias à gestão do ex-prefeito de Santa Inês, Raimundo Roberth Bringel Martins.

A mais nova versa sobre a não prestação de contas de R$ 453.114,38 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para aplicação no Programa Projovem Trabalhador – Juventude Cidadã.

O ofício cobrando a prestação de contas final do Projovem Trabalhador foi enviado no mês passado e o não cumprimento do prazo poderá colocar mais uma vez a Prefeitura de Santa Inês na condição de inadimplente, haja vista a gestão Bringel não ter apresentado documentação comprovando a destinação dos recursos.

Este valor provém do Plano de Implementação do Programa Projovem Trabalhador – Juventude Cidadã, firmado no ano de 2010 entre o Ministério do Trabalho e Emprego e a Prefeitura de Santa Inês-MA. A contrapartida da Prefeitura seria de R$ 23.848,13. A primeira parcela do Plano foi repassada pelo MTE em 2 de julho de 2010. A vigência do convênio era até 31/10/2011.

De acordo com a Nota Informativa, no MTE não consta nenhuma documentação instruída pela gestão Bringel sobre a prestação de contas dos recursos do Programa.

Para o prefeito de Santa Inês, José de Ribamar Costa Alves, essa leva de cobranças vem atrapalhando o desenrolar do trabalho da gestão atual, pois volta e meia a Prefeitura passa à condição de inadimplente.

“Ou seja, nossa gestão está trabalhando para pagar contas da gestão Bringel. Para um Município com finanças combalidas como o nosso isso é o caos”, arremata Ribamar Alves

Bringel

Procon indica as 449 lojas para você não comprar no 'Black Friday'

O Procon-SP atualizou na última segunda-feira a lista de sites não confiáveis para compras online. A seleção conta agora com 449 endereços que devem ser evitados porque ignoraram as reclamações dos consumidores mesmo depois de notificações do órgão.

48b266802925e00bc8b64c9f14dae643A dois dias da Black Friday brasileira, a lista vem a calhar. Quem estiver disposto a caçar promoções na sexta-feira, 28, deve ficar atento para não cair em golpes. No caso dos sites contra-indicados pelo Procon, a falta de entrega do produto adquirido é a principal queixa.

Para aproveitar a Black Friday com segurança, o Procon recomenda verificar os preços cobrados antes do dia de descontos, prática que pode ser feita em sites de busca e nas páginas das empresas participantes.

Além disso, é importante analisar a descrição do produto, comparar com outras marcas e imprimir ou salvar todos os documentos que demonstrem a oferta e confirmação do pedido (comprovante de pagamento, contrato, anúncios, etc.).

VEJA A LISTA DE SITES

 

BOMBA: Os 52 Hospitais inaugurados por Ricardo Murad irão fechar no dia 1º de Dezembro

secretario-de-saude-ricardo-murad-e-a-governadora-roseana-sarney-74501Está circulando nos bastidores um verdadeiro motim organizado pelos prefeitos das cidades onde Ricardo Murad inaugurou os “Elefantes Brancos”. Os gestores irão fechar os hospitais por completa falta de recursos que são repassados pela SES.

Há três meses sem receber o repasse, os prefeitos marcarão o dia 1º de Dezembro para começarem a fazer a espécie de protesto contra Ricardo e Roseana Sarney. Em algumas prefeituras o protesto começou já na manhã desta quinta (27).

“Não temos mais condições de manter esse presente de grego, já estou mais do que no vermelho. Esse secretário está brincando com a saúde do nosso povo”, disse um dos prefeitos revoltados.

Após as eleições, Ricardo Murad passou a atender somente os prefeitos que votaram na sua filha e no seu genro.” Já é fim de governo mesmo, então para que receber um bando de prefeitos chorões”, disse uma graduada funcionária da SES.

O ato de paralisação terá o apoio, inclusive do presidente da FAMEM, Gil Cutrim, que já tentou de várias formas falar com Ricardo Murad, mas este não o tem recebido.

Após a briga que Edmar Cutrim, pai do presidente Gil Cutrim,  travou com Murad, este último não considera mais o atual presidente da FAMEM como legítimo representante dos prefeitos.

Enquanto isso, a população dessas 52 prefeituras irá, a partir do dia 1ª de Dezembro, comer “O Pão que o diabo amassou”.

Afonso Manoel e Carlos Filho lideram ranking dos mais faltosos na Assembleia Legislativa; Eduardo Braide foi o mais assíduo

Deputados mais faltosos em 2014; Afonso Manoel e Carlos Filho
Deputados mais faltosos em 2014; Afonso Manoel e Carlos Filho

Ano eleitoral marca esvaziamento da Assembleia Legislativa do Maranhão. Alguns deputados, como o deputado Afonso Manoel (PMDB), frequentou apenas 20 sessões, das 137 analisadas pela reportagem de O Imparcial, o que significa dizer que o parlamentar teve pouco mais de 14% de aproveitamento de sessões neste ano.

O levantamento foi feito de acordo com os registros dos Diários Oficiais publicados pela Assembleia, no período de 13 de fevereiro a 19 de novembro de 2014.

Em 10 meses de mandato em 2014, o parlamentar Afonso Manoel foi o campeão de faltas, com 117 ausências. Em seguida, vem o deputado Carlos Filho (PV), com 116 faltas. O mais assíduo foi o deputado Eduardo Braide (PMN), com apenas 7 faltas registradas no Diário Oficial. Os três se candidataram novamente este ano, mas apenas Eduardo Braide conseguiu se reeleger.

Deputado Eduardo Braide
Deputado Eduardo Braide

As sessões dos dias 30 de setembro, 1º de outubro e 2 de outubro foram as mais esvaziadas. Em 30 de setembro apenas os deputados Othelino Neto (PCdoB) e o deputado Lima Neto estiveram presentes. No dia 1º de outubro, somente os deputados Marcelo Tavares (PSB) e Raimundo Cutrim (PCdoB) tentaram abrir a sessão. No dia 2 de outubro, o parlamentar Othelino Neto foi o único deputado a estar presente em Plenário no horário da sessão.

A reportagem de O Imparcial tentou contato com o deputado estadual Afonso Manoel, mas foi informada, por sua assessoria, que ele está viajando por motivo de tratamento médico.

Faltas justificadas

Muitos parlamentares justificaram suas faltas com atestados médicos ou justificativas pessoais, junto à Mesa Diretora. Alguns, como os casos da deputada Cleide Coutinho (PSB) e do deputado Neto Evangelista (PSDB), chegaram a se licenciar. A deputada Cleide esteve ausente por muito tempo para acompanhar o tratamento do marido, o deputado eleito Humberto Coutinho. Já Neto Evangelista se licenciou para tratar de assuntos particulares. O deputado Marcos Caldas (PRP) também se licenciou nos termos dos Artigos 72 e 78 do Regimento Interno da Assembleia.

DEPUTADOS ESTADUAIS – FALTAS

Afonso Manoel – 117
Alexandre Almeida – 78
André Fufuca – 70
Arnaldo Melo – 28
Antônio Pereira – 53
Bira do Pindaré – 35

Camilo Figueiredo -86
Carlinhos Florêncio – 68
Carlos Alberto Milhomem – 31
Carlinhos Amorim – 80
Carlos Filho – 116
César Pires-71
Cleide Coutinho – 93
Dr Pádua – 88
Edilázio Júnior – 62
Edson Araújo – 77
Eduardo Braide – 7
Eliziane Gama – 65
Francisca Primo – 23
Gardênia Castelo – 59
Graça Paz – 74
Hélio Soares – 98
HemetérioWeba – 81
*João Olympio – 39
Jota Pinto – 58
Léo Cunha – 85
*Lima Neto – 4
Magno Bacelar – 15
Manoel Ribeiro – 51
Marcelo Tavares – 41
Marcos Caldas – 38
Max Barros – 62
Othelino Neto – 28
Neto Evangelista – 71
Raimundo Cutrim – 25
Raimundo Louro – 72
Rigo Teles – 53
Roberto Costa – 55
Rogério Cafeteira – 62
Rubens Júnior – 60
Stênio Rezende – 59
Valéria Macedo – 82
VianeyBringel – 45
Victor Mendes – 63
Zé Carlos – 39

Dilma impede criação de 32 municípios no Maranhão

O Congresso manteve os 38 vetos da presidente Dilma Rousseff a projetos de lei, analisados na última terça-feira (25). A decisão foi anunciada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, no início da sessão do Congresso ontem (26).

Entre os vetos presidenciais mantidos, estão o que rejeitou integralmente as novas regras para a criação de municípios. Originado no Senado e aprovado definitivamente em agosto, o projeto foi uma segunda tentativa de regular a matéria, após uma proposta anterior também ser vetada pela Presidência da República.

A manutenção do veto da presidente impede a criação de 32 novos municípios no Maranhão. Das 110 solicitações de povoados para se tornar municípios, a Assembleia Legislativa acatou o pedido de 32 localidades. Para se tornar município, estes povoados aguardavam a efetivação da Lei. Com a manutenção do veto presidencial, a realidade ficou mais distante.

Projeto
A presidente Dilma vetou integralmente, no ano passado, a proposta de criação de novos municípios, sob o argumento de que aumentaria as despesas públicas. Pelos cálculos do governo, com a proposta poderiam ser criado mais de 400 municípios, o que acarretaria impacto nas finanças públicas de cerca de R$ 9 bilhões, por conta da repartição dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

A base aliada no Senado elaborou, então, um novo texto, com o objetivo de tornar mais rigorosos os critérios para a emancipação de municípios. Conforme o novo texto era exigido 20 mil habitantes para a criação de municípios nas regiões Sul e Sudeste, 12 mil, no Nordeste, e 6 mil, no Centro-Oeste e Norte.

Segundo o projeto, para iniciar o processo de emancipação deve ser realizado requerimento à Assembleia Legislativa. Com o pedido subscrito por, no mínimo, 3% dos eleitores residentes em cada um dos municípios envolvidos na fusão ou incorporação, e no mínimo 20% para o caso de criação de municípios. Em caso de rejeição, um novo pedido com igual objetivo poderá ser apresentado à assembleia legislativa somente depois de 12 anos.

A expectativa do Senado era que até 200 novos municípios fossem criados nos próximos cinco anos.