O vice-prefeito de Presidente Sarney, Guibson Chagas, se envolveu em um acidente de trânsito na noite desta quinta-feira (1º), em um trecho da estrada que liga o município de Guimarães à praia de Araoca, no litoral maranhense.
De acordo com informações apuradas, Guibson retornava de um evento realizado na praia quando perdeu o controle do veículo em uma curva, provocando o capotamento do automóvel. Ele sofreu ferimentos leve e foi encaminhado a uma unidade de saúde da região.
Circulam relatos extraoficiais de que o vice-prefeito, após dar entrada no hospital, teria deixado o local após um desentendimento com funcionários, mesmo apresentando ferimentos.
Violência Doméstica
Em novembro de 2025, o vice-prefeito de Presidente Sarney foi preso após ser acusado de agredir a própria esposa, mas o que chamou atenção, na época, foi a cena registrada em vídeo durante a condução policial. Nas imagens, a mulher — apontada como vítima — aparece subindo na viatura em uma tentativa desesperada de impedir que o marido fosse levado pelos policiais.
A virada para 2026 terá mudanças importantes no acesso às praias da Região Metropolitana de São Luís. A partir desta quarta-feira (31), o trânsito de veículos será restrito em trechos do litoral de São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa, medida adotada após recomendação do Ministério Público do Maranhão (MP-MA) para garantir a segurança de banhistas durante o Réveillon e o feriado de 1º de janeiro.
A decisão leva em conta a previsão de marés altas, que reduz drasticamente a faixa de areia e amplia o risco de acidentes em um período marcado por grande fluxo de pessoas. O objetivo central é evitar atropelamentos e situações de risco em áreas tradicionalmente lotadas na virada do ano.
Praias com acesso exclusivo para pedestres
Segundo o planejamento definido pelas prefeituras, o acesso será permitido apenas a pedestres nos seguintes locais:
São José de Ribamar: Praia do Meio e Praia do Araçagy
Paço do Lumiar: Praia Olho de Porco
Raposa: Orla marítima e região do Mangue Seco
Fiscalização reforçada e pontos de bloqueio
A fiscalização será intensificada pelas guardas municipais e órgãos de trânsito. Em São José de Ribamar, a restrição atinge a faixa de areia, com veículos de grande porte sendo direcionados exclusivamente para a Avenida Atlântica. Em Paço do Lumiar, haverá bloqueio total em pontos estratégicos, como as imediações do Condomínio Damha e a Rua do Urucutiua, impedindo o acesso de carros à praia.
O MP-MA alertou que a circulação de carros e motos em períodos festivos compromete a integridade física dos frequentadores, sobretudo quando a maré alta elimina rotas de fuga em caso de emergência.
O descumprimento das regras poderá resultar em multas e remoção dos veículos, reforçando o caráter preventivo da medida para a virada do ano.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu arquivar a representação que pedia a abertura de investigação contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, no episódio envolvendo o Banco Master. A decisão foi tomada no sábado (27) pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet.
O pedido havia sido apresentado pelo advogado Enio Martins Murad, que alegava suposta interlocução de Moraes com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em favor de interesses privados ligados ao Banco Master. A representação também citava um contrato de prestação de serviços advocatícios firmado entre Viviane Barci de Moraes e a instituição financeira.
No despacho, Gonet afirma que não há elementos concretos que justifiquem a instauração de investigação criminal. Segundo ele, os fatos narrados não demonstram prática de crime nem indicam atuação irregular por parte do ministro do STF, razão pela qual determinou o arquivamento do pedido.
Ao tratar especificamente do contrato citado na representação, o procurador-geral foi categórico ao afirmar que não se vislumbra, “a priori”, qualquer ilicitude. Para Gonet, a situação envolve negócios jurídicos entre particulares, protegidos pela autonomia própria da atividade da advocacia, o que afasta a intervenção da Suprema Corte ou da PGR.
A decisão ocorre em meio à repercussão de reportagens que apontaram contatos de Alexandre de Moraes com o presidente do Banco Central no contexto da tentativa de aquisição do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB), operação que acabou barrada pelo BC em setembro por falta de viabilidade econômico-financeira.
Na semana passada, Moraes divulgou nota negando ter tratado da compra do Banco Master com Gabriel Galípolo. O ministro afirmou que as conversas mantidas com o chefe do Banco Central se limitaram a temas institucionais, como as implicações da Lei Magnitsky, sem qualquer relação com a operação envolvendo o banco.
O advogado Edmundo Luz vem sendo exposto publicamente de ter cometido crime de estupro de vulnerável contra a própria filha. Só que não existe acusação formal em processo.
A acusação vem sendo reiteradamente divulgada pela suposta vítima em redes sociais, gerando ampla repercussão pública antes da análise definitiva dos fatos pelo Poder Judiciário.
Diante desse cenário, a advogada criminalista Sâmara Braúna, responsável pela defesa do Dr. Edmundo Luz, após análise detida do conjunto probatório, decidiu se manifestar publicamente.
No vídeo, a advogada esclarece que os fatos serão devidamente apurados no âmbito do processo, com estrita observância do contraditório e da ampla defesa, e afirma que a inocência do acusado será demonstrada com base em provas idôneas.
O pronunciamento completo pode ser conferido no vídeo a seguir.
Maura Jorge e Rui Jorge divulgaram, nesta semana, uma mensagem de Natal e fim de ano marcada por tom reflexivo e de valorização de princípios como fé, união e esperança.
No texto, os dois destacam que o encerramento do ano é um momento de pausa para avaliar o caminho percorrido, agradecer às pessoas que estiveram presentes e buscar forças para seguir adiante. A mensagem enfatiza a importância da fé diante das dificuldades, da união nos momentos mais desafiadores e da esperança como elemento essencial para superar obstáculos.
Maura Jorge e Rui Jorge também desejam que o Natal seja um período de acolhimento, paz dentro de casa e fortalecimento dos laços entre as pessoas. Para o Ano Novo, a expectativa expressa é de renovação das forças, com a continuidade da caminhada pautada pela coragem, simplicidade e verdade.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da Superintendência da Polícia Federal para o hospital DF Star, em Brasília, onde ele passará por uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral.
A internação está prevista para esta quarta-feira (24), quando Bolsonaro fará exames preparatórios. O procedimento cirúrgico será realizado na quinta-feira (25), dia de Natal, conforme solicitação da defesa. Laudo médico da Polícia Federal apontou a necessidade de intervenção cirúrgica, sem caráter emergencial.
Na decisão, Moraes determinou que o transporte e a segurança do ex-presidente sejam feitos pela Polícia Federal, de forma discreta, com entrada e saída pelas garagens do hospital. A PF também ficará responsável por vigilância permanente durante toda a internação, com fiscalização 24 horas e ao menos dois agentes na porta do quarto, além de equipes de apoio dentro e fora da unidade.
O ministro proibiu a entrada de celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos no quarto hospitalar, exceto equipamentos médicos. Caberá à Polícia Federal garantir o cumprimento da medida.
Moraes autorizou ainda a presença da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro como acompanhante durante todo o período de internação. Outras visitas, incluindo as dos filhos do ex-presidente, só poderão ocorrer mediante autorização judicial prévia.
A explosão do foguete comercial sul-coreano HANBIT-Nano, ocorrida nesta segunda-feira (22) no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, foi provocada pela identificação de uma anomalia na aeronave, que acabou colidindo com o solo logo após o lançamento. A informação foi confirmada pela Força Aérea Brasileira (FAB).
Segundo a FAB, após a decolagem, uma nuvem de fogo se formou ao redor do foguete, o que resultou na explosão. Equipes da empresa responsável pelo lançamento e do Corpo de Bombeiros do CLA foram imediatamente deslocadas para o local com o objetivo de analisar os destroços e a área da colisão.
Em nota oficial, a Força Aérea destacou que todas as ações sob sua responsabilidade foram executadas conforme o planejamento, dentro dos protocolos internacionais do setor espacial. “Todas as ações sob responsabilidade da FAB para coordenação da operação, que envolvem segurança, rastreio e coleta de dados, foram cumpridas exatamente conforme planejado, garantindo um lançamento controlado e dentro dos parâmetros internacionais”, informou a instituição.
Lançamento já havia sido adiado três vezes
Antes da tentativa desta segunda-feira, o lançamento do HANBIT-Nano havia sido adiado por três vezes. O primeiro adiamento ocorreu após a detecção de anormalidades intermitentes em uma válvula de ventilação no tanque de metano líquido do segundo estágio, durante o abastecimento.
Inicialmente previsto para 22 de novembro, o lançamento foi cancelado após falhas identificadas em testes conjuntos de aviônicos realizados pela FAB. A segunda remarcação, entre 17 e 19 de dezembro, visava permitir a substituição de um componente da unidade de resfriamento do sistema de alimentação do oxidante do primeiro estágio.
Durante as inspeções finais pré-lançamento, uma nova anomalia nesse equipamento foi detectada, contribuindo para o histórico de adiamentos que antecedeu a tentativa frustrada desta segunda-feira.
O caso segue sob análise técnica, e novas informações devem ser divulgadas após a conclusão dos trabalhos de investigação no local.
O que deveria marcar a entrada definitiva do Brasil no mercado global de lançamentos espaciais terminou em explosão poucos segundos após a decolagem. O foguete HANBIT-Nano, da empresa sul-coreana Innospace, explodiu na noite desta segunda-feira (22), cerca de 50 segundos depois de ser lançado do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, no primeiro voo comercial realizado a partir do território brasileiro.
O lançamento ocorreu às 22h13 e pôde ser visto a olho nu tanto em Alcântara quanto em São Luís. Imagens da transmissão oficial mostraram o veículo ganhando altitude, ultrapassando Mach 1 — velocidade superior à do som — antes de apresentar uma anomalia durante o voo. Pouco depois, a transmissão foi interrompida.
Em nota oficial, a Força Aérea Brasileira (FAB) confirmou que o foguete iniciou a trajetória conforme o previsto, mas sofreu uma falha que provocou sua colisão com o solo. Equipes da FAB e do Corpo de Bombeiros foram imediatamente deslocadas para a área de impacto para análise dos destroços e avaliação da segurança da região. Segundo a Aeronáutica, todos os protocolos de segurança, rastreio e controle da operação foram executados dentro dos padrões internacionais.
O HANBIT-Nano transportava cinco satélites e três dispositivos científicos desenvolvidos por instituições do Brasil e da Índia. A missão, batizada de Spaceward, envolveu 27 profissionais responsáveis pelo monitoramento dos sistemas do foguete, que tinha 21,8 metros de comprimento, 1,4 metro de diâmetro e cerca de 20 toneladas. O objetivo era colocar a carga em órbita baixa da Terra (LEO), a aproximadamente 300 quilômetros de altitude.
Apesar do desfecho, a operação simboliza um marco estratégico para o Programa Espacial Brasileiro. A abertura do Centro de Lançamento de Alcântara para missões comerciais só foi possível após o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST), firmado entre Brasil e Estados Unidos em 2019, que permitiu o uso de tecnologias sensíveis em lançamentos realizados a partir do país.
Considerada uma das bases mais privilegiadas do mundo, Alcântara se destaca pela proximidade com a Linha do Equador, o que reduz o consumo de combustível e os custos das missões, além de oferecer maior flexibilidade orbital e baixa interferência do tráfego aéreo.
As causas da falha ainda estão sendo apuradas pelas equipes técnicas da Innospace, em conjunto com a FAB e outros órgãos envolvidos.
O desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos divulgou, nesta segunda-feira (22), uma nota pública em reação às críticas feitas pelo deputado estadual Yglésio, que usou o caso envolvendo a influenciadora digital Tainá Sousa para atacar decisão judicial que determinou a restituição parcial de bens apreendidos no curso de uma investigação criminal.
Em publicações nas redes sociais, o parlamentar classificou a decisão como um “escândalo”, levantou suspeitas sobre a devolução de valores e bens e sugeriu favorecimento, narrativa que foi duramente rebatida pelo magistrado.
Na nota, o desembargador afirma que a decisão observou rigorosamente a lei, rebate informações divulgadas pelo deputado e anuncia a adoção de medidas judiciais diante do que classifica como desinformação e ataques indevidos ao Poder Judiciário.
Tainá foi presa em agosto deste ano por quebrar medidas cautelares impostas pela Justiça, no âmbito das investigações da Operação Dinheiro Sujo, que descobriu um esquema, liderado pela influenciadora, que estaria lavando dinheiro ilegal provenientes da divulgação do ‘Jogo do Tigrinho’, em São Luís.
Em setembro, a 3ª Câmara Criminal entendeu que não havia elementos suficientes para manter a prisão e determinou que Tainá fosse solta e passasse a responder ao processo em liberdade, enquanto as investigações seguem em andamento.
Veja abaixo a íntegra da nota pública:
Tendo em vista as alegações apresentadas por Deputado, num blog, na data de ontem, esclareço que a decisão por mim proferida, ao contrário do que se pretende, constitui irrefutável exemplo da rigorosa aplicação do Direito, pautada nos pilares do Estado Democrático relacionados à dignidade da pessoa humana, da propriedade e da estrita observância da proporcionalidade em matéria cautelar penal.
Não se trata, como quer fazer crer o Deputado, de afrouxamento da persecução penal, mas sim da concretização do dever do Poder Judiciário de tutelar os direitos individuais contra o excesso e a inércia estatal, garantindo que o direito de cautela não se transforme em confisco antecipado ou em penalidade patrimonial sem o devido processo legal.
A simples leitura da decisão basta a demonstrar a preocupação em equilibrar o interesse público na investigação de crimes complexos com a necessidade de proteger o patrimônio cuja origem lícita foi demonstrada de maneira preliminar, evitando a indevida deterioração de bens e a privação absoluta de meios de subsistência de uma profissional que, até o trânsito em julgado, goza da presunção de inocência.
Basta dizer, o incidente de restituição de bens analisado não interfere no exame da conduta, da culpa ou do dolo. Não se presta a investigar, nem substitui as autoridades a tanto competentes, nem a julgar, absolvendo ou condenado, mas tão somente a preservar patrimônio cuja documentação, juntada aos autos e sobre a qual deliberadamente silenciaram o Deputado e a matéria “jornalística”, indica derivada de origem lícita.
A própria lei, que o Deputado parece desconhecer, a despeito do cargo legislativo que ocupa, é clara no sentido de que cabível a devolução dos bens “desde que não exista dúvida quanto ao direito do reclamante” (art. 120, do Código Penal), regra que foi rigorosamente observada na análise dos documentos anexados aos autos.
Nesse sentido, importa dizer que a arma de fogo devolvida o fora porque, conquanto vedado o seu porte, o mesmo não se aplica à sua propriedade, institutos legais distintos e que não se confundem. Na mesma esteira, foi ela periciada e devidamente identificada, de forma que cumprido, já, o exame da prova. O veículo Toyota Hilux SW4, por sua vez, fora devolvido porque as informações do juízo de origem não trouxeram “nenhum elemento concreto que vincule o veículo à prática dos crimes de lavagem de dinheiro como instrumento essencial ou produto direto de crime”.
Os valores em dinheiro, por fim, foram liberados em parte, apenas, porque reconhecida a condição profissional da Requerente como advogada e a natureza alimentar dos seus honorários, conforme vasta documentação apresentada. Desses, que aliás somavam aproximadamente três milhões de reais, e não cinco milhões, como falsamente o aumentou o Deputado, apenas metade (um milhão e meio) foram devolvidos, como medida de justiça a impedir a desorganização da vida da profissional durante a tramitação da investigação, enquanto os 50% restantes permanecem custodiados em conta judicial, garantindo o interesse público em um eventual perdimento futuro.
Em verdade, a decisão atende aos primados legais, sendo deferida apenas porque a suspensão da investigação por tempo indeterminado, em razão de uma disputa de competência interna ao Poder Judiciário, não pode ser transferida como ônus à investigada, que tem seus direitos fundamentais cerceados pela manutenção de severas restrições patrimoniais.
Registro, por necessário, que ao tentar desqualificar a decisão porque proferida “às vésperas de recesso, as 8:29 da manhã (…) antes mesmo do Ministério Público se manifestar, da Polícia Civil ser comunicada”, o Deputado demonstra, mais uma vez, profundo desconhecimento com as questões judiciárias ou, ao que tudo indica, interesses próprios e escusos no sentido de espalhar odiosa desinformação, deixando de esclarecer que o processo foi por mim recebido em 15/12/2025, tendo eu imediatamente solicitado informações ao juízo de primeiro grau, que as prestou em 18/12/2025. Daí porque proferida a decisão em 19/12/2025, porque a este Desembargador cabe inafastavelmente apreciar os casos postos à sua análise, e não por motivo outro que não a pronta entrega da prestação jurisdicional devida.
Dessa forma, mais que reiterar a lisura de minha decisão, que atende aos termos da lei e não aos interessem de quem quer que seja – aí incluído o próprio Deputado -, registro que a insatisfação com decisão judicial deve ser tratada na via recursal própria, e não mediante alegações mentirosas e burlescas, como o fez o Deputado, que ao que tudo indica busca transformar a decisão em palco para seu próprio engrandecimento, razão pela qual deverá responder, consequentemente, às medidas judiciais cabíveis, cíveis e criminais, dentre elas e apenas de início, a da interpelação judicial por mim contra ele já devidamente movimentada.
Em conclusão, anoto que a tentativa de deslegitimar e intimidar a posição sempre técnica, firme e independente de minhas decisões, jamais surtirá os efeitos desejados pelo indigitado Deputado, pois não temo a ele e nem a ninguém, salvo ao nosso Deus e Senhor.
Exatamente um ano após o desabamento que marcou uma das maiores tragédias recentes na BR-226, a nova ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, sobre o rio Tocantins, será inaugurada nesta segunda-feira (22), na região de Estreito, restabelecendo a ligação rodoviária entre os estados do Maranhão e do Tocantins.
A cerimônia está marcada para as 11h e contará com a presença do ministro dos Transportes, Renan Filho, do ministro do Esporte, André Fufuca, além do governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa (Republicanos). A obra é considerada estratégica para o tráfego interestadual e para o escoamento da produção da região.
O colapso da antiga estrutura, ocorrido em 2024, deixou um saldo trágico de 14 mortos, três pessoas desaparecidas e um ferido, provocando comoção nacional e levantando questionamentos sobre a manutenção de pontes federais. Desde então, a reconstrução passou a ser tratada como prioridade pelo governo federal.
A nova ponte foi executada pelo Consórcio Penedo-Neópolis, formado pelas construtoras Gaspar e Arteleste. O investimento total na obra foi de R$ 171,9 milhões, recursos destinados à construção de uma estrutura mais moderna e com padrões de segurança reforçados.
Com a inauguração, o governo espera normalizar o fluxo de veículos pesados e de passageiros na BR-226, rota essencial para a integração econômica entre o Norte e o Nordeste, além de simbolizar o encerramento de um capítulo marcado por dor e cobranças por responsabilidade pública.