
Além de defender a autonomia do Parlamento diante de decisões judiciais, a deputada estadual Mical Damasceno aproveitou a tribuna para disparar críticas ao grupo de oposição, nesta terça-feira (2).
Ao comentar o cenário político estadual, a parlamentar classificou como um “fiasco” o evento de lançamento da pré-candidatura de Camarão ao Governo do Maranhão e afirmou que a oposição tenta criar desgastes contra o governador Carlos Brandão (MDB).
“Foi um fiasco o lançamento da pré-candidatura do candidato deles. A gente olhando as imagens, o semblante todo decaído, todo constrangido. Realmente foi um fiasco”, declarou a deputada.
Segundo Mical, os oposicionistas têm concentrado esforços em atacar Brandão, mas evitam comentar a repercussão do ato político realizado pelo grupo adversário.
“Vieram aqui falar do aniversário do governador, mas não vieram falar do fiasco que foi o lançamento da pré-candidatura do candidato deles”, afirmou.
A parlamentar também saiu em defesa de Brandão, a quem parabenizou pelo aniversário, e disse que o governador tem sido alvo de perseguições políticas.
“Que Deus o livre cada vez mais dessas perseguições, desses levantes que têm tentado atrapalhar a sua administração pública”, declarou.
Antes das críticas à oposição, Mical dedicou boa parte do pronunciamento à defesa do Projeto de Lei nº 441/2023, cuja derrubada de veto pela Assembleia tem sido alvo de questionamentos judiciais. A deputada argumentou que o Legislativo exerceu uma prerrogativa constitucional ao aprovar a matéria e criticou o que classificou como ativismo judicial.
“A lei oriunda de um Projeto de Lei, de nossa autoria, nº 441/2023 nasceu com objetivo simples, legitimo e constitucional; assegurar os pais e responsáveis o direito de decidir se seus filhos participarão ou não de determinadas atividades pedagógicas relacionada a temática de gênero. Não se trata de censura, não se trata de proibição, não se trata de perseguição, trata-se de liberdade”, ponderou.