
O empresário Diolindo Taveira Filho firmou um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) com o Ministério Público Federal (MPF). O objetivo central da medida é evitar a abertura de um processo judicial formal, após o investigado admitir ter cometido irregularidades em contratos públicos de fornecimento de equipamentos médicos hospitalares.
De acordo com o inquérito conduzido pela Polícia Federal (PF), a empresa de Diolindo é acusada de entregar ventiladores pulmonares usados como se fossem novos. As fraudes teriam ocorrido em contratos custeados com verbas do governo federal repassadas aos municípios de Estreito (MA) e Amarante do Maranhão (MA) durante o pico da crise sanitária.
Indiciado formalmente por fraude, o empresário optou por aceitar os termos propostos pelo MPF.

As investigações sobre desvios ganham ainda mais peso diante do impacto humanitário da crise da Covid-19. O cenário detalha números expressivos da pandemia:
*As informações que baseiam esta reportagem foram originalmente apuradas e publicadas pela coluna do portal Metrópoles.