
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) enviou ao ministro Flávio Dino, do STF, um pedido de providências após o fim da intervenção judicial na Federação Maranhense de Futebol (FMF) e no Instituto Maranhense de Futebol (IMF).
A intervenção, determinada em agosto pelo MPMA, afastou os dirigentes e nomeou Susan Lucena Rodrigues como administradora provisória por 90 dias, prazo encerrado em 5 de novembro. A CBF alerta que as limitações impostas pelo STF — que impedem mudanças na gestão e realização de eleições — dificultam a continuidade da intervenção.
Segundo a confederação, a situação ameaça o calendário de 2026: sem um interventor com experiência, a FMF pode não entregar regulamentos e tabelas a tempo, comprometendo o reconhecimento oficial do Campeonato Maranhense.
A CBF ainda destaca risco de sanções da FIFA e da CONMEBOL caso a autonomia das entidades seja afetada e pede que futuras intimações sejam enviadas ao diretor jurídico, André Mattos.