
A gestão do ex-prefeito Luís da Amovelar Filho, em Coroatá, está novamente na mira do Ministério Público do Maranhão. Desta vez, a 1ª Promotoria de Justiça do município iniciou um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) para apurar indícios de organização criminosa e desvio de recursos públicos por meio de fraudes em contratações administrativas.
A portaria, assinada pela promotora Aline Silva Albuquerque, apura se houve contratação, com ou sem licitação, de empresas especializadas em recuperação de tributos, consultorias e assessoramento — um tipo de acordo que vem sendo usado, em várias cidades, como fachada para justificar pagamentos milionários sem o devido retorno à população.
De acordo com o MP, a Prefeitura de Coroatá tem prazo de cinco dias úteis para encaminhar cópias integrais dos processos de contratação, incluindo editais, contratos firmados, termos aditivos e todos os comprovantes de pagamento.
O prazo inicial do procedimento investigatório é de 90 dias, podendo ser prorrogado conforme o andamento das diligências.