
Na semana passada a juíza Ana Maria Almeida Vieira, titular da 1ª Vara de Execuções Penais de São Luís, autorizou a saída temporária de 362 presos da capital para o feriado da Páscoa. Porém, efetivamente só foram liberados 351. período iniciou na última quarta-feira (23), e encerrou ontem as 18h. Deste total 304 se apresentaram nas suas respectivas unidades prisionais e 47 não retornaram.
Os dirigentes dos presídios tiveram até o meio dia desta quarta-feira (30) para comunicar junto à 1ª VEP sobre o retorno dos internos ou eventuais alterações.
Vale ressaltar que o Maranhão está entre os três Estados brasileiros com maior taxa de evasão de detentos que não retornam as unidades prisionais, por dois anos consecutivos. A taxa sempre varia entre 14 a 15% no que se refere a evasão.
Os 47 que não retornaram do feridão da Páscoa são considerados a partir de hoje foragidos da Justiça.
Mesmo com a sensação de insegurança que os números apresentados causam na população, a juíza Ana Maria Almeida não associa a evasão dos detentos ao aumento da criminalidade. O fato é que a maioria dos que se transformam em foragidos voltam a cometer novos delitos e acabam sendo presos novamente.
Mas nesse caso, de quem seria a responsabilidade? O Blog conversou com advogado criminalista e tributarista, Rafael Sauaia. Reveja.





Um fato inusitado vem acontecendo no pequeno município de Tufilândia, pois o prefeito Dr. Neto, teve que tomar uma decisão inédita de liberar todos os funcionários das Secretarias de Obras e de Administração para irem para casa após uma decisão da justiça em bloquear o Fundo de Participação do Município para pagamento de uma ponte que foi construída em 1999 pela Construtora Kemar (já falida) que caiu meses após ser inaugurada.

